Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos, foi morto após um sequestro na última semana; ele foi visto pela última vez na saída de um bar 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Marcelo Magalhães de Almeida, 31 anos, desapareceu na noite de quinta-feira (19/7) em Carapicuíba, na Grande São Paulo — Foto: Reprodução/Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/07/2026 - 14:46 Empresário sequestrado em SP é encontrado morto; três presos Após sete dias de buscas, a Polícia Civil de São Paulo encontrou o corpo do empresário Marcelo Magalhães de Almeida, 31 anos, desaparecido em Carapicuíba. Ele foi sequestrado ao sair de um bar e localizado morto em Cotia. Três suspeitos foram presos e um está foragido. O veículo blindado de Marcelo foi encontrado com marcas de sangue. As investigações continuam para esclarecer o caso. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Polícia Civil de São Paulo confirmou ter encontrado o corpo do empresário Marcelo Magalhães de Almeida, de 31 anos, que desapareceu há uma semana em Carapicuíba (SP). Ele foi localizado às margens de um rio em Cotia após sete dias de buscas que mobilizaram equipes especializadas, cães farejadores e até um helicóptero. O corpo, agora, será levado ao Instituto Médico Legal (IML) onde passará por uma perícia antes de ser liberado, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP). Ainda de acordo com o órgão, o empresário foi morto após ser sequestrado na última semana. No decorrer das investigações, três homens já foram presos suspeitos de envolvimento no crime e um está foragido. Relembre o caso De acordo as investigações, Marcelo estava em um bar acompanhado de um conhecido, na Estrada da Fazendinha, por volta das 21h. Posteriormente, o empresário deixou o bar sozinho em um carro. O curioso do caso é que o automóvel de Marcelo, blindado, foi localizado abandonado na rua das Andorinhas, na mesma cidade. Segundo o boletim de ocorrências, um homem desconhecido descrito como magro, alto, usando blusa preta, capuz azul, calça jeans clara e tênis branco, estacionou o veículo e fugiu correndo. Uma pessoa da região entrou em contato com a polícia. À polícia, o colega que o acompanhava no bar prestou depoimento e apresentou três versões diferentes sobre o desaparecimento. No veículo, a família de Marcelo afirma que foram encontrados marcas de sangue, e também de um chinelo ou outro calçado no capô e no para-brisa do veículo. Segundo a polícia, a mãe do desaparecido declarou que o filho não possui antecedentes criminais, não relatou sofrer ameaças e não é usuário de drogas.