A AFA (Associação do Futebol Argentino) desmentiu as informações de que seu presidente, Claudio Tapia, e outras autoridades do órgão, tenham sido intimados a depor perante tribunais dos Estados Unidos ou retidos pelo FBI, segundo versões divulgadas por veículos de imprensa locais.
A associação admitiu, no entanto, que uma terceira pessoa, cuja identidade não foi revelada, foi intimada e solicitada a fornecer suas comunicações com dirigentes da AFA.
"É absolutamente falso afirmar que Claudio Tapia ou (seu tesoureiro) Pablo Toviggino tenham sido intimados a depor pela justiça dos Estados Unidos", afirmou a AFA em um comunicado que contradiz versões publicadas na imprensa local.
A federação disse que a intimação do tribunal americano está direcionada a um terceiro que não identificou e a quem se exige apresentar "documentação e comunicações vinculadas a diversas pessoas, entre elas autoridades" da AFA.
Diversos veículos de imprensa argentinos indicaram que agentes do FBI haviam retido Tapia e outros funcionários na segunda-feira (20) em um aeroporto de Nova York, quando se preparavam para embarcar em um avião junto com a seleção argentina após a derrota na final da Copa do Mundo de 2026, e que lhes haviam solicitado entregar seus telefones e outros dispositivos.










