PUBLICIDADE Retirada do órgão é um procedimento frequente e seguro, que pode ser indicado em diferentes situações 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Roberto Carlos durante o especial de 50 anos no Allianz Parque, em São Paulo — Foto: Maria Isabel Oliveira/Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 23/07/2026 - 10:50 Roberto Carlos, 85, passará por cirurgia de vesícula sem alterar agenda Roberto Carlos, de 85 anos, passará por uma cirurgia de vesícula por videolaparoscopia, procedimento agendado que não afetará sua agenda. A remoção da vesícula, chamada colecistectomia, é comum e segura, indicada para condições como colecistite aguda e cálculos biliares. A técnica minimamente invasiva garante recuperação rápida. Vida sem vesícula é geralmente normal, com o fígado continuando a liberar bile diretamente no intestino. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A assessoria de imprensa do cantor Roberto Carlos, de 85 anos, informou, nesta quarta-feira, que ele será submetido a uma cirurgia de vesícula por videolaparoscopia. O procedimento já estava previamente agendado e não deve interferir na agenda do artista. De acordo com a assessoria, a recuperação costuma ser rápida. Segundo informações do Einstein Hospital Israelita, a vesícula biliar é um órgão em forma de saco localizado junto ao fígado que tem como função armazenar a bile, líquido produzido pelo fígado que atua na digestão dos alimentos. A vesícula lança a bile no intestino, onde desempenha o papel na metabolização da comida. Já a “cirurgia de vesícula” é a retirada do órgão, operação chamada formalmente de colecistectomia. De acordo com o cirurgião geral e especialista em videolaparoscopia Ernesto Alarcon, é um procedimento frequente e seguro, que pode ser indicado em diferentes situações, como: Colecistite aguda, inflamação súbita geralmente causada por cálculos biliares e acompanhada de dor intensa;Pedras na vesícula, que podem provocar crises recorrentes de dor abdominal;Pólipos na vesícula biliar, que exigem acompanhamento devido ao risco de malignização;Discinesia biliar, quando a vesícula não se contrai adequadamente;Câncer de vesícula biliar, condição rara, porém grave. O especialista explica que existem duas abordagens cirúrgicas para a retirada da vesícula. A primeira é a colecistectomia aberta, técnica tradicional que demanda uma incisão maior, mas que hoje é reservada para casos específicos, como inflamações severas, aderências importantes ou complicações que impedem a laparoscopia. Isso porque a segunda técnica, a colecistectomia laparoscópica, é a mais utilizada hoje. Ela demanda apenas um procedimento minimamente invasivo, realizado por meio de pequenas incisões no abdômen, que proporciona menos dor pós-operatória, recuperação mais rápida e cicatrizes discretas. Por utilizar uma câmera, a técnica também é chamada de videolaparoscopia. Alarcon explica que, nesse procedimento, que será realizado com o cantor Roberto Carlos, utiliza-se a câmera para visualizar a região e instrumentos delicados para remover a vesícula com precisão e segurança, permitindo que o paciente se recupere mais rapidamente. Na maioria dos casos, o paciente recebe alta no mesmo dia ou no dia seguinte. A recuperação envolve o controle da dor por meio de analgésicos e retorno gradual às atividades cotidianas. Atividades físicas intensas devem ser evitadas nas primeiras semanas. Nesse período, também recomenda-se uma alimentação leve, com redução de alimentos gordurosos. — A vida sem a vesícula biliar pode ser absolutamente normal. O fígado continua produzindo a bile, que passa a ser liberada diretamente no intestino. Algumas pessoas podem apresentar alterações digestivas temporárias, como diarreia, mas esses sintomas tendem a desaparecer com o tempo — esclarece Alarcon.
Roberto Carlos: entenda o que é a cirurgia de vesícula e em que casos ela é indicada
Retirada do órgão é um procedimento frequente e seguro, que pode ser indicado em diferentes situações







