PUBLICIDADE Artistas e familiares prestam homenagens à intérprete nas redes sociais; velório acontece nesta quarta-feira (22), no Rio de Janeiro 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 A cantora Débora Cruz — Foto: Reprodução/Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você A cantora de 45 anos faleceu devido a complicações de um AVC. O velório acontece nesta quarta-feira no Crematório São Francisco Xavier, no Rio. Débora iniciou na música ainda na infância e atuou como backing vocal de grandes nomes. Atualmente, ela integrava o carro de som da Mocidade e da Viradouro. Diversos sambistas e familiares prestaram homenagens nas redes sociais. A intérprete também era conhecida por preservar o legado musical de seu pai, o compositor Acyr Marques. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A morte da cantora Débora Cruz, aos 45 anos, em decorrência de complicações de um Acidente Vascular Cebrebral (AVC), comoveu artistas do mundo do samba na noite da última terça-feira (21). Nas redes sociais, colegas e amigos prestaram homenagens à intérprete, lembrando seu talento, sua trajetória na música e o carinho que conquistou entre parceiros de profissão. Filha do compositor Acyr Marques (1953-2019) e sobrinha de Arlindo Cruz (1958-2025), ela era considerada por familiares a "voz mais linda da família", como destacou Arlindinho. Entre os sambistas que lamentaram a morte estão Teresa Cristina, Tia Surica, Leo Russo, Thais Macedo e outros nomes do gênero, que usaram as redes sociais para deixar mensagens de carinho e solidariedade aos familiares. "Notícia triste! Debora, grande cantora, personalidade forte, pessoa carinhosa. Descanse, amiga. Meus sentimentos à toda a família", afirmou o ator Hélio de La Peña. Carnaval 2026: Veja fotos do desfile da Viradouro 1 de 16 Mestre Ciça na viradouro — Foto: Domingos Peixoto / O Globo 2 de 16 Juliana Paes, rainha de bateria da Viradouro — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo X de 16 Publicidade 16 fotos 3 de 16 Desfile da Viradouro — Foto: Domingos Peixoto / O Globo 4 de 16 Desfile da Unidos do Viradouro — Foto: Guito Moreto / Agência O Globo X de 16 Publicidade 5 de 16 Mestre Ciça emocionado durante desfile — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo 6 de 16 Mestre-sala e porta-bandeira — Foto: Domingos Peixoto / O Globo X de 16 Publicidade 7 de 16 Comissão de frente da viradouro — Foto: Domingos Peixoto / O Globo 8 de 16 Desfile da Unidos do Viradouro — Foto: Domingos Peixoto / O Globo X de 16 Publicidade 9 de 16 Desfile da Unidos do Viradouro — Foto: Domingos Peixoto / O Globo 10 de 16 Desfile da Unidos do Viradouro — Foto: Domingos Peixoto / O Globo X de 16 Publicidade 11 de 16 Desfile da Unidos do Viradouro — Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo 12 de 16 Desfile da Unidos do Viradouro — Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo X de 16 Publicidade 13 de 16 Desfile da Unidos do Viradouro — Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo 14 de 16 Desfile da Unidos do Viradouro — Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo X de 16 Publicidade 15 de 16 Desfile da Unidos do Viradouro — Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo 16 de 16 Desfile da Unidos do Viradouro — Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo X de 16 Publicidade A prima Flora Cruz, irmã de Arlindinho, afirma que está "desolada" com a morte. "Inacreditável, meu Deus...", escreveu, por meio das redes sociais. Já Babi Cruz, viúva de Arlindo Cruz e mãe de Arlindinho, desejou que Débora fosse recebida "com muita luz". "Partiu cedo demais", manifestou-se. O corpo de Débora Cruz será velado nesta quarta-feira (22) no Crematório São Francisco Xavier, no Caju, na Zona Portuária do Rio de Janeiro, a partir das 13h10, em cerimônia que será encerrará às 14h, como divulgaram familiares. Quem é Débora Cruz? A sambista Débora Cruz morreu nesta terça-feira aos 45 anos — Foto: Reprodução Filha do compositor Acyr Marques — autor de sucessos gravados por nomes do samba, entre os quais "Coisa da pele" e "Insensato destino" —, Débora cresceu cercada pela música. Ainda criança, começou a cantar e tocar teclado na igreja antes de seguir carreira profissional. Ao longo dos anos, participou de rodas de samba, desfiles de escolas carnavalescas e dividiu trabalhos com artistas como Arlindo Cruz, Xande de Pilares, Reinaldo, Carlos Dafé e Bebelu, atuando como backing vocal e em participações especiais. Nas escolas de samba, também construiu uma trajetória sólida. Passou pelo Arranco de Cascadura, desfilou por agremiações do Rio de Janeiro e de São Paulo e, atualmente, integrava a Mocidade Independente de Padre Miguel e a Unidos do Viradouro, onde ajudava a abrilhantar o carro de som. Em 2002, Débora participou do Festival Fábrica do Samba, no Maracanãzinho, interpretando "Sambista de Fato", composição de seu pai. Nos últimos anos, manteve vivo o legado de Acyr Marques em apresentações pelo país, interpretando suas obras em shows e rodas de samba.