PUBLICIDADE Seleção B entra em quadra contra a Bolívia, no Peru 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ana Cristina marcou 30 pontos na vitória do Brasil sobre o Japão na Liga das Nações de Vôlei — Foto: Divulgação / Volleyball World RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 22/07/2026 - 11:58 Seleção Brasileira de Vôlei avança na Liga e testa elenco na Copa Sul-Americana A seleção brasileira feminina de vôlei venceu o Japão por 3 sets a 1 na Liga das Nações, avançando à semifinal contra a Itália. Mais tarde, um time alternativo jogará contra a Bolívia na Copa Sul-Americana. Essa estratégia visa testar novas jogadoras e garantir experiência. A Copa classifica para o Campeonato Sul-Americano e, apesar de já classificado, o Brasil busca fortalecer o elenco. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A seleção brasileira feminina de vôlei venceu o primeiro de seus dois jogos desta quarta-feira. Em Macau, na China, o Brasil derrotou o Japão por 3 sets a 1 (24-26; 25-22; 25-16 e 25-20) e avançou à semifinal da Liga das Nações (VNL). Mais tarde, às 15h15, a seleção ainda jogará com um time alternativo contra a Bolívia, em Lima, no Peru, pela Copa Sul-Americana. O duplo compromisso no mesmo dia está ligado ao calendário de torneios internacionais, mas passa também por uma estratégia da comissão técnica de Zé Roberto Guimarães, que busca renovar o grupo principal da seleção e testar novas jogadores. O primeiro duelo desta quarta-feira agitada não começou bem, com a vitória do Japão no primeiro set, mas o Brasil virou o jogo e garantiu a vitória por 3 a 1, nas quartas de final da Liga das Nações — Ana Cristina foi a maior pontuadora do jogo com 30 pontos. Vice-campeã em 2019, 2021, 2022 e 2025, a seleção feminina segue em busca de seu primeiro título da VNL — torneio foi criado em 2018. Para isso, terá que passar pela poderosa Itália, atual bicampeã da competição, campeã Olímpica e mundial. A semifinal será disputada no próximo sábado. Segundo jogo do dia Já às 15h15 (de Brasília), o Brasil, sob o comando de Wagão, auxiliar de Zé Roberto na equipe principal, estreia na Copa Sul-Americana com um time alternativo contra a Bolívia. No Grupo A da competição, a seleção ainda vai enfrentar Peru e Chile na primeira fase. Os dois primeiros de cada grupo avançam às semifinais. A competição classifica quatro times para o Campeonato Sul-Americano, que será disputado no Maracanãzinho, Rio de Janeiro, em setembro. Brasil e Argentina já têm vaga confirmada no torneio, que vale vaga nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Seleção B feminina no embarque rumo a Lima — Foto: Divulgação / CBV Assim, já com a classificação garantida, a seleção brasileira aproveita a Copa Sul-Americana para dar experiência e testar novas jogadoras. — Para nós é uma competição importante no calendário Sul-Americano. Isso ajuda a manter as jogadoras em nível internacional. A seleção B tem essa relevância, de dar mais rodagem às atletas, e mantê-las no ambiente de seleção brasileira. Cada vez que elas se apresentam é uma possibilidade a mais de ver o nível técnico delas e alinhar com a nossa metodologia de trabalho. Isso ajuda na construção de carreiras delas, e na continuidade delas no ambiente de seleção, vislumbrando futuras convocações — comentou Wagão. O time alternativo do Brasil na Copa Sul-Americana conta com as opostas Jaque Schmitz e Sabrina; as levantadoras Bruninha, Kenya e Vivian; as ponteiras Aline Segato, Glace Kelly, Karina Souza e Mari Brambilla; as centrais Lanna, Lívia e Juju Gandra; e as líberos Kika e Paulina. Oito seleções, divididas em dois grupos, estão na disputa do torneio: Argentina, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela.
Em dia de rodada dupla, Brasil vence Japão pela VNL Feminina e jogará pelo Sul-Americano com time alternativo; entenda
Seleção B entra em quadra contra a Bolívia, no Peru
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