Caso aconteceu em novembro do ano passado em Bogotá. Foi confirmado que o homem estava embriagado e dirigia em alta velocidade 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O taxista José Eduardo Chalá Franco foi condenado a 28 anos e 5 meses de prisão por atropelar 11 pessoas no sul de Bogotá, na Colômbia, em 2025 — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 21/07/2026 - 18:32 Taxista condenado a 28 anos por atropelar 11 em Bogotá embriagado José Eduardo Chalá Franco, taxista, foi condenado a 28 anos e 5 meses de prisão por atropelar 11 pessoas em Bogotá, Colômbia, enquanto dirigia embriagado e em alta velocidade. O incidente ocorreu em novembro de 2025 no bairro de Santa Rita. Além de tentativa de homicídio, Franco enfrenta acusação de homicídio qualificado após a morte de um menor ferido. A sentença inclui multa e proibição de exercer funções públicas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O taxista José Eduardo Chalá Franco foi condenado a 28 anos e 5 meses de prisão por atropelar 11 pessoas no sul de Bogotá, na Colômbia. A investigação concluiu que ele dirigia o automóvel com nível três de álcool no sangue e em velocidade excessiva quando atropelou diversas pessoas que caminhavam pelo bairro de Santa Rita, na região de San Cristóbal, em 8 de novembro de 2025. As provas foram apresentadas pela Procuradoria-Geral do país. A investigação foi conduzida por um promotor da Unidade de Crimes Cibernéticos da Seção de Bogotá. Além do atropelamento, houve fuga do motorista. Após o julgamento, o juiz considerou Franco culpado de tentativa de homicídio, agressão qualificada e agressão simples. Além da pena de prisão, a sentença impôs uma multa equivalente a 19,42 salários mínimos mensais vigentes e a inabilitação para o exercício de funções e cargos públicos pelo mesmo período da pena. Em consequência do impacto, 11 pessoas ficaram feridas. Entre elas, um menor que sofreu ferimentos graves, e cujo estado de saúde determinou o curso subsequente do caso. Por essa vítima em específico, o motorista enfrenta outro processo judicial pelo crime de homicídio qualificado, porque o menor ferido morreu dias depois em consequência dos ferimentos sofridos no atropelamento. A decisão judicial corresponde a uma sentença de primeira instância, sendo assim, cabíveis os recursos previstos em lei. Memorial da família luso-brasileira morta após atropelamento em São Francisco, nos EUA 1 de 4 Vizinhos, parentes e amigos montando o memorial da família em São Francisco — Foto: Reprodução ABC 2 de 4 Amigos se consolam no local do memorial da família atropelada nos EUA — Foto: Reprodução ABC X de 4 Publicidade 4 fotos 3 de 4 Centenas de pessoas se aglomeram na frente do memorial, para recordar e rezar pela família — Foto: Apresentação ABC 4 de 4 Imagens da família penduradas no memorial feito na esquina do acidente — Foto: Reprodução ABC X de 4 Publicidade Imagens de flores, pessoas rezando e recordando dos membros falecidos