As apurações revelaram que os criminosos obtiveram dados sigilosos para subtrair valores das contas. “Além disso, o grupo também contava com a participação de servidores públicos e advogados para embaraçar possíveis investigações e vazar informações privilegiadas”, destacou a PF. “Foi identificado, ainda, que a organização criminosa possui o suporte de contraventores, facilitando a corrupção de servidores públicos e a contratação de advogados com a finalidade de impedir eventual apuração do esquema criminoso e acessar informações sigilosas”, afirmou a PF. Os envolvidos poderão responder por organização criminosa, obstrução de justiça e violação de sigilo funcional. O que diz a Caixa “A CAIXA informa que atua em conjunto com a Polícia Federal e contribui para operações exitosas, colaborando com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que combatem fraudes e golpes. Tais informações são consideradas sigilosas e repassadas exclusivamente à Polícia Federal e demais órgãos competentes, para análise e investigação. O banco ressalta que monitora ininterruptamente seus produtos, serviços e transações bancárias para identificar e investigar casos suspeitos. Adicionalmente, a CAIXA esclarece que possui estratégia, políticas e procedimentos de segurança para a proteção dos dados e operações de seus clientes e dispõe de tecnologias e equipes especializadas para garantir segurança aos seus processos e canais de atendimento.” PF cumpre mandado na Operação Infiltrados — Foto: Reprodução/TV Globo