Silvia Waiãpi diz ter descoberto que seu nome havia sido retirado da nominata durante convenção e alega ser alvo de perseguição 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Silvia Waiãpi se apresentou como pré-candidata à Câmara dos Deputados — Foto: Reprodução/Instagram RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 21/07/2026 - 10:32 Silvia Waiãpi é vetada pelo PL e alega perseguição e preconceito Silvia Waiãpi, ex-deputada federal pelo PL-AP, foi vetada pelo partido na disputa à Câmara dos Deputados, alegando perseguição e preconceito. Seu nome foi removido durante a convenção partidária que selou aliança com o PSD, Podemos e Novo no Amapá. O PL justificou o veto com base na Lei da Ficha Limpa, após a cassação de seu mandato por uso indevido de R$ 9 mil em campanha para harmonização facial. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A ex-deputada federal Sílvia Nobre Lopes (PL-AP), conhecida como Silvia Waiãpi, afirma ter descoberto que seu nome havia sido retirado da nominata do partido durante a convenção, nesta segunda-feira, que selou a coligação com o PSD, o Podemos e o Novo no Amapá. Há semanas ela vinha se apresentando como pré-candidata à Câmara dos Deputados pelo estado. Pelas redes sociais, sem citar nomes, a ex-parlamentar afirmou que é "perseguida" dentro do PL desde 2022 e disse, sem apresentar provas, ter sido pressionada a fazer "acordos escusos" para ter o direito ao horário eleitoral gratuito no pleito da época. Eleita por cinco mil votos, Silvia Waiãpi acabou tendo o mandato cassado sob acusação de usar recursos do fundo eleitoral para cobrir as despesas de um procedimento estético no rosto. Desta vez, ela afirmou ter sido surpreendida pelo veto e pela justificativa. — Deixaram para noticiar para mim na hora da convenção que tiraram da nominata. Já tinha mandado nome de urna, sorteado números para concorrer no pleito. Disseram que existiria um parecer jurídico do PL nacional e não me deixaram ver o documento — alegou, em vídeo no Instagram. — Não irão se aproveitar do meu flagelo histórico para me silenciar [...] Essa trupe do mal não vai me silenciar. Nesta segunda, o Partido Social Democrático (PSD) confirmou a candidatura do ex-prefeito de Macapá Dr. Furlan ao governo do Amapá. O PL, por sua vez, indicou Luciana Gurgel para disputar o posto de vice-governadora na chapa. A ex-deputada credita a Furlan o veto de sua candidatura e considera ser vítima de preconceito, segundo o Metrópoles. Já o PL afirma ter retirado o nome da indígena bolsonarista porque, conforme análise jurídica da sigla, com base na Lei da Ficha Limpa, a condenação da filiada implica sua inelegibilidade por oito anos, a partir de 2022. Em abril, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) rejeitou por unanimidade um recurso da ex-deputada contra a cassação de mandato. A representação contra ela aponta que Silvia teria usado R$ 9 mil dos recursos destinados à campanha de 2022 para custear uma harmonização facial num consultório em Macapá. O TSE afirmou, ainda, que ela falsificou a nota fiscal para simular um gasto inexistente, com o objetivo de encobrir o valor do procedimento e burlar a fiscalização. A votação dela foi declarada nula. No processo, Maite Martins Mastop, ex-coordenadora da campanha de Silvia, relatou como teria pagado o procedimento de harmonização facial da candidata. A defesa da ex-parlamentar alegou, à época, que as acusações eram improcedentes, fruto de vingança pessoal e intrigas partidárias, bem como discriminação racial, dada a origem da declarante.
Indígena bolsonarista cassada por harmonização facial com dinheiro de campanha é vetada pelo PL em eleição
Silvia Waiãpi diz ter descoberto que seu nome havia sido retirado da nominata durante convenção e alega ser alvo de perseguição






