Destróier chinês de mísseis guiados da classe Luyang III foi observado realizando exercício a 180 quilômetros a sudoeste da Ilha Okinotori, o território mais meridional do Japão 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Fotos divulgadas pelo Ministério da Defesa do Japão mostram, um contratorpedeiro de mísseis guiados chinês (à esquerda) e uma fragata russa realizando exercícios de tiro real na Zona Econômica Exclusiva do Japão — Foto: AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 21/07/2026 - 01:17 Destróier chinês realiza exercício de tiro na zona econômica do Japão O Japão informou que um destróier chinês realizou um exercício de tiro real em sua Zona Econômica Exclusiva, marcando a primeira vez que Pequim realiza tal treinamento dentro dessa área. O destróier, da classe Luyang III, foi observado a 180 km da Ilha Okinotori, durante manobras com a Rússia. A ação intensifica as tensões entre Japão e China, já elevadas por disputas territoriais e declarações políticas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um navio da Marinha chinesa realizou um exercício de tiro real durante manobras conjuntas com a Rússia dentro da Zona Econômica Exclusiva do Japão, informou Tóquio nesta terça-feira. O incidente, ocorrido no domingo, marcou a primeira vez que o Ministério da Defesa do Japão detectou treinamento com munição real realizado por Pequim dentro de sua zona marítima, de acordo com a mídia japonesa. As relações entre os dois países asiáticos se deterioraram desde que a primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, irritou Pequim em novembro, quando sugeriu que Tóquio poderia intervir caso o gigante asiático lançasse um ataque contra Taiwan, a ilha democraticamente eleita que a China reivindica como sua. O destróier chinês de mísseis guiados da classe Luyang III em questão foi observado realizando o exercício a 180 quilômetros a sudoeste da Ilha Okinotori, o território mais meridional do Japão. A ação ocorreu após um avistamento inicial, por volta das 2h da manhã (horário local) daquele mesmo dia, de uma frota de quatro navios — três navios chineses e uma fragata da Marinha Russa — a 330 km a sudoeste da ilha, enquanto navegavam em direção ao nordeste. FOTOS: EUA recuperam peças de sensor do balão chinês derrubado por militares 1 de 6 Equipe da Marinha americana recuperou novas peças do suposto balão de vigilância chinês — Foto: Ryan Seelbach / US NAVY / AFP 2 de 6 Equipe da Marinha americana recuperou novas peças do suposto balão de vigilância chinês — Foto: Ryan Seelbach/US NAVY/AFP X de 6 Publicidade 6 fotos 3 de 6 Equipe da Marinha americana recuperou novas peças do suposto balão de vigilância chinês — Foto: Ryan Seelbach/US NAVY/AFP 4 de 6 Marinheiros recuperam o balão de vigilância chinês abatido pelos EUA na costa da Carolina do Sul — Foto: Tyler Thompson/Marinha dos EUA/The New York Times X de 6 Publicidade 5 de 6 Balsa leva peças recuperadas de balão chinês para agentes federais na Base Expedicionária Conjunta Little Creek, na Virgínia — Foto: Ryan Seelbach / Marinha dos EUA / AFP 6 de 6 Equipe da Marinha americana recuperou novas peças do suposto balão de vigilância chinês — Foto: Ryan Seelbach/US NAVY/AFP X de 6 Publicidade Quando o exercício de tiro real foi realizado posteriormente, a fragata russa também estava nas proximidades, informou a emissora pública NHK. Após o exercício, o Ministério da Defesa enviou um destróier da Marinha japonesa para monitorar a situação. No início deste mês, embarcações da guarda costeira japonesa e chinesa entraram em confronto perto de ilhas disputadas, com cada lado alegando ter expulsado os navios do outro que haviam entrado em suas águas territoriais. O incidente ocorreu perto de ilhas desabitadas conhecidas como Ilhas Senkaku pelo Japão e Ilhas Diaoyu pela China, localizadas entre Taiwan e Okinawa, que têm sido fonte de tensão diplomática por décadas.