Na fachada do condomínio mais famoso da rua Carlos Weber, na Vila Leopoldina, na zona oeste de São Paulo, não há informação sobre o nome do local. Diferente dos outros prédios da região, a frente do edifício Roma possui apenas o número da construção.

Foi ali, na cobertura do endereço, que ocorreu um dos crimes mais famosos das últimas décadas. Em maio de 2012, Elize Matsunaga matou e esquartejou o marido, o empresário Marcos Matsunaga.

Na época, os moradores conviveram por algumas semanas com policiais e repórteres na entrada do prédio. O crime estampou noticiários de todo o país, e a fachada do edifício ficou em evidência.

Pouco após o homicídio, o Roma passou por uma reforma que já era planejada, segundo aqueles que viviam ali na época. As obras foram também uma forma de mudar a fachada e tentar pintar um novo capítulo para os moradores.

No condomínio de duas torres, chamadas Roma e Remo, era o nome da primeira que estampava a entrada. Em algumas imagens de 2012, é possível ver as letras que sumiram desde a reforma.