Altos volumes de importação de aço eram um ponto crítico para o setor, que vinha buscando ampliar a competitividade do produto doméstico em relação ao importado A importação brasileira de aço recuou 17,6% no primeiro semestre de 2026 na comparação com igual período do ano passado, para 2,9 milhões de toneladas, conforme dados do Instituto Aço Brasil divulgados divulgados nesta sexta-feira (17). A principal queda se deu nos produtos laminados, que somaram 2,53 milhões de toneladas trazidas do exterior de janeiro a junho, queda anual de 20,5%. Os altos volumes de importação de aço eram um ponto crítico para o setor, que vinha buscando ampliar a competitividade do produto doméstico em relação ao importado. Em junho, a importação de aço caiu 20,1% na comparação anual, para 476 mil toneladas, conforme o Aço Brasil. Na comparação mensal, porém, houve aumento de 52,4%. As exportações brasileiras aumentaram 3,1% no primeiro semestre ante igual período de 2025, para 5,3 milhões de toneladas. Em junho, o volume de exportação foi de 912 mil toneladas, queda de 14,8% na comparação anual. Na comparação com maio, houve aumento de 41,3%. A produção brasileira de aço bruto caiu 1,5% no primeiro semestre ante igual período de 2025, conforme os dados do instituto, para 16,3 milhões de toneladas. Em junho, a produção foi de 2,8 milhões de toneladas, aumento anual de 0,1%. Segundo o Aço Brasil, as vendas internas de aço caíram 0,2% no primeiro semestre, para 10,4 milhões de toneladas. No mês de junho, as vendas internas recuaram 5%, para 1,7 milhão de toneladas. O Instituto divulgou também o Indicador de Confiança da Indústria do Aço (ICIA) de julho, que encerrou o mês em 45,6 pontos, recuo de 2,2 pontos em relação a junho. Ainda segundo o Aço Brasil, pelo segundo mês consecutivo, o indicador permaneceu abaixo dos 50 pontos, o que sinalizaria falta de confiança dos presidentes da indústria do aço. — Foto: Pexels
Importação de aço cai 17,6% no 1ª semestre para 2,9 milhões de toneladas, diz Aço Brasil
Altos volumes de importação de aço eram um ponto crítico para o setor, que vinha buscando ampliar a competitividade do produto doméstico em relação ao importado









