Comando afirma que a empresa está trabalhando, junto a outras geradoras hidrelétricas do setor, para viabilizar a renovação antecipada de outros empreendimentos de geração hídrica. Usina Hidrelétrica Jirau — Foto: Divulgação/Divulgação O presidente da Engie Brasil Energia, Eduardo Sattamini, afirmou, nesta sexta-feira (17), que a oferta subsequente de ações, que captou R$ 8,3 bilhões, tinha objetivo financiar a aquisição da participação de 40% da matriz francesa na hidrelétrica de Jirau, e não diluir a participação de acionistas minoritários. Ele afirmou ainda que do total captado, R$ 5,7 bilhões cobrem a compra, e o restante entra no caixa, mas será direcionado a pagamentos relativos à outorga do empreendimento, que foi estendido de 2043 para 2047, aumentando a longevidade do ativo. “No fim do dia, quem aprovou a transação foram os minoritários. O controlador nem votou. Isso demonstra que a comunicação está sendo bem feita, e que os minoritários estão entendendo bem a estratégia da companhia”, afirmou ele, após a cerimônia de toque do sino na B3, que marca a conclusão da transação. “Desde o início, a nossa ideia era ter uma oferta com foco no ativo”, reiterou. O executivo disse também que a empresa está trabalhando, junto a outras geradoras hidrelétricas do setor, para viabilizar a renovação antecipada de outros empreendimentos de geração hídrica. “Nós estamos conversando por meio das associações para ter um marcador regulatório que permita as renovações, tudo parecido com o que foi feito para a renovação das empresas que foram recentemente privatizadas”, afirmou sem detalhar. Recentemente, porém, quando a então Eletrobras (agora Axia Energia) foi privatizada, a companhia obteve a renovação de contratos de 22 hidrelétricas por 30 anos.
Incorporação de Jirau aumenta longevidade da concessão, que agora vai até 2047, diz Engie
Comando afirma que a empresa está trabalhando, junto a outras geradoras hidrelétricas do setor, para viabilizar a renovação antecipada de outros empreendimentos de geração hídrica.







