Agentes estiveram nas sedes de onze empresas de alto padrão em buscas sobre condições desses empregados no país europeu 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Fachada de loja da Chanel — Foto: Andrey Rudakov/Bloomberg RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 17/07/2026 - 09:21 Polícia Italiana Investiga Exploração de Trabalhadores em Marcas de Luxo A polícia italiana realizou buscas nas sedes de 11 marcas de luxo, incluindo Chanel e Bulgari, investigando suspeitas de exploração de trabalhadores chineses. A investigação, liderada pelo Ministério Público de Milão, já havia encontrado irregularidades laborais em ateliês italianos. Marcas como Prada e Dolce & Gabbana também estão sob escrutínio. As suspeitas envolvem terceirizados empregando trabalhadores em condições ilegais. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma investigação sobre suspeitas de exploração de trabalhadores chineses na cadeia de produção do setor de luxo levou a polícia italiana a revistar, nesta quinta-feira (16), as sedes de 11 marcas, entre elas Chanel, Bulgari e Etro. As outras marcas investigadas são Brunello Cucinelli, Moncler, Jacob Cohen Company, Owenscorp Italia, Goyard Italia, F.Vl, Stefano Ricci e Brandart, informou à AFP o promotor de Milão Paolo Storari, confirmando uma reportagem do jornal econômico Il Sole 24 Ore. A investigação, liderada pelo Ministério Público de Milão, já tinha descoberto irregularidades salariais e laborais em ateliês italianos e, no final de 2025, foi ampliada a outras treze grandes marcas de luxo, incluindo Prada, Givenchy e Dolce & Gabbana. No ano passado, o ministro da Indústria, Adolfo Urso, defendeu os gigantes do setor ao afirmar que a reputação do 'Made in Italy' (Feito na Itália) estava "sob ataque". Os investigadores suspeitam que as marcas permitiram que os seus terceirizados recorressem a ateliês onde trabalhadores chineses eram empregados em condições contrárias à legislação laboral e, em alguns casos, alojados em habitações insalubres. Várias empresas de luxo, incluindo a Loro Piana, especializada em caxemira, foram temporariamente colocadas sob administração judicial devido às condições trabalhistas. Essa medida foi posteriormente suspensa, depois que as empresas reforçaram os controles sobre as suas redes de abastecimento. Upcycling e second hand fundamentam o trabalho de novos estilistas e marcas periféricas 1 de 5 Biquíni Itamaratyde Gustavo de Carvalho e saia em upcycling Paola Moura. Tênis acervo da produção. — Foto: Allexandros 2 de 5 T-shirt Aleatory e calça Itamaraty de Gustavo de Carvalho. — Foto: Allexandros X de 5 Publicidade 5 fotos 3 de 5 Camisa de linho e calça de crepe de seda, parte da coleção Maré, de Betto Gomes — Foto: Allexandros 4 de 5 Sobretudo e bermuda brechó Ponto Chic e camisa xadrez Renner — Foto: Allexandros X de 5 Publicidade 5 de 5 Camiseta da coleção Kiki, da etiqueta Cauri — Foto: Allexandros Ensaio de Moda Allexandros
Buscas na Chanel e Bulgari: o que a polícia italiana investiga nas grifes de luxo
Agentes estiveram nas sedes de onze empresas de alto padrão em buscas sobre condições desses empregados no país europeu











