Goleiro de 40 anos, sensação da Copa do Mundo de 2026, afirmou que deseja seguir atuando por mais um ou dois anos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Vozinha, goleiro de Cabo Verde, faz aquecimento no gramado do Estádio de Miami — Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA / AF RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/07/2026 - 19:09 Vozinha, goleiro de 40 anos, busca clube que valorize seu talento após a Copa 2026 O goleiro cabo-verdiano Vozinha, destaque na Copa do Mundo de 2026 aos 40 anos, expressou desejo de continuar sua carreira em um clube que valorize suas habilidades em campo e não apenas sua popularidade adquirida após o torneio. Com milhões de seguidores conquistados pelas atuações notáveis, Vozinha busca um projeto esportivo alinhado à sua paixão pelo futebol, enquanto lembra das dificuldades enfrentadas para chegar ao profissionalismo partindo de Cabo Verde. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um dos grandes personagens da Copa do Mundo de 2026, o goleiro cabo-verdiano Vozinha afirmou que pretende prolongar a carreira, mas fez uma exigência sobre seu próximo clube: quer ser contratado pelo que ainda pode render dentro de campo, e não pelo impacto que seu nome passou a ter após o Mundial. Sensação da competição, o veterano de 40 anos ganhou milhões de seguidores nas redes sociais graças às atuações que ajudaram Cabo Verde a protagonizar uma das campanhas mais marcantes do torneio. Em entrevista à emissora americana CBS, o goleiro, cujo nome completo é Josimar José Évora Dias, disse que espera continuar jogando por pelo menos mais uma ou duas temporadas, desde que encontre um projeto esportivo que valorize suas qualidades como atleta. Durante a competição, ele ganhou milhões de seguidores, se tornando uma das sensações da copa desde o primeiro jogo, em que defendeu diversas finalizações do ataque espanhol, que chegou à final da Copa. — Espero encontrar uma equipe que realmente me queira pelo que posso contribuir como jogador e não por razões de marketing — afirmou, ao ser questionado sobre rumores que o ligam ao Inter Miami, onde joga Lionel Messi. Segundo Vozinha, a paixão pelo futebol continua sendo a principal motivação para permanecer em atividade. — Essa é a primeira coisa que quero resolver porque amo futebol. Estar aqui aos 40 anos... e porque realmente sinto essa paixão, quero jogar por pelo menos mais um ou dois anos; vai depender de como meu corpo responder, porque nunca se sabe o que vai acontecer amanhã, mas quero jogar — disse. Goleiro de Cabo Verde, Vozinha, foi destaque na estreia da seleção em Copas do Mundo 1 de 7 Vozinha foi destaque do primeiro tempo no jogo contra a Espanha — Foto: Justin Setterfield/Getty Images via AFP 2 de 7 Vozinha segurou a Espanha na primeira partida de Cabo Verde em Copas do Mundo — Foto: Buda Mendes/Getty Images via AFP X de 7 Publicidade 7 fotos 3 de 7 Vozinha fez pelo menos seis defesas difíceis durante a partida contra a Espanha na primeira rodada da fase de grupos — Foto: Roberto Schmidt/AFP 4 de 7 Goleiro Vozinha, de Cabo Verde, faz defesa no jogo contra a Espanha na Copa do Mundo — Foto: Justin Setterfield / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP X de 7 Publicidade 5 de 7 Goleiro Vozinha, de Cabo Verde, faz defesa no jogo contra a Espanha na Copa do Mundo — Foto: Roberto SCHMIDT / AFP 6 de 7 Goleiro Vozinha, de Cabo Verde, faz defesa em jogo contra a Espanha na Copa do Mundo — Foto: Roberto SCHMIDT / AFP X de 7 Publicidade 7 de 7 Goleiro Vozinha, destaque da primeira partida de Cabo Verde contra a Espanha na Copa do Mundo — Foto: Roberto Schmidt/AFP Goleiro cabo-verdiano segurou a Espanha na estreia de Cabo Verde Caminho difícil até o futebol profissional O goleiro também relembrou as dificuldades enfrentadas para construir uma carreira internacional saindo de Cabo Verde, país que disputou a Copa do Mundo pela primeira vez. Segundo ele, tornar-se jogador profissional parecia um sonho distante durante a infância. — Acho que desde que nasci, desde criança, sempre sonhei em ser jogador profissional. No nosso país, as chances de se tornar profissional no esporte são mínimas — afirmou, ressaltando a dificuldade em alcançar visibilidade no país africano.