Segunso secretário pessoal do craque, alguns profissionais que tratavam do craque estavam 'se deixando levar pela febre Maradona' 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Diego Maradona fuma um charuto durante partida da Copa do Mundo de 2018 entre Argentina e Islândia — Foto: Juan Mabromata/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/07/2026 - 18:43 Secretário de Maradona Acusa Médicos de Buscarem Fama no Caso Durante o julgamento sobre a morte de Diego Maradona, o secretário pessoal do craque, Maximiliano Pomargo, afirmou que alguns médicos buscavam fama ao tratar do ídolo, deixando-se levar pela "febre Maradona". Ele criticou a exposição midiática dos profissionais, especialmente a psiquiatra Agustina Cosachov e o neurocirurgião Leopoldo Luque. O julgamento apura a responsabilidade da equipe médica no falecimento de Maradona, que morreu em 2020, após complicações de saúde. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O secretário pessoal de Diego Maradona afirmou, nesta quinta-feira, durante o julgamento sobre a morte do craque argentino em 2020, que alguns dos médicos que o tratavam estavam "se deixando levar pela 'febre Maradona'" — referindo-se a uma suposta busca por fama em torno do ídolo. — Eu dizia a todos para não se deixarem levar pela 'febre Maradona', porque a realidade dele era outra. Eles estavam se deixando levar. Buscavam os holofotes — declarou Maximiliano Pomargo, assistente de Maradona de 2016 até sua morte. A testemunha questionou a decisão da psiquiatra Agustina Cosachov e do psicólogo Carlos Díaz — ambos réus no caso — de falar com a imprensa do lado de fora da clínica onde o ex-jogador havia passado por uma neurocirurgia, semanas antes de morrer. Ele também afirmou ter pedido ao neurocirurgião Leopoldo Luque, principal réu, que mantivesse um perfil mais discreto, pois a exposição pública lhe parecia "excessiva". O julgamento visa determinar a responsabilidade da equipe médica que cuidou de Maradona durante seu tratamento domiciliar, após a alta do centro médico onde ele havia sido operado. O craque morreu em 25 de novembro de 2020, vítima de parada cardiorrespiratória e edema pulmonar, em uma casa em Tigre, ao norte de Buenos Aires. A testemunha também descreveu a deterioração física de Maradona nas semanas que antecederam sua morte. Ele afirmou que, em outubro de 2020, o ex-jogador estava em "queda livre", consumindo grandes quantidades de álcool. Além de Cosachov, Díaz e Luque, outros quatro profissionais de saúde estão sendo julgados por homicídio com dolo eventual — um conceito jurídico que implica que eles tinham consciência de que suas ações ou omissões poderiam causar a morte de Maradona durante aquele fatídico período de cuidados domiciliares. Todos alegam inocência.