Ele estava em uma motocicleta e foi detido por policiais civis e militares na Avenida Brasil 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Suspeito foi detido em uma motocicleta na Avenida Brasil — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/07/2026 - 16:46 Suspeito de Fornecer Armas ao CV é Preso com Identidade Falsa no Rio Gilvan Firmo Margarida, conhecido como Nego, suspeito de fornecer armas e drogas ao Comando Vermelho, foi preso em Bangu, Zona Oeste do Rio. Capturado por policiais civis e militares enquanto trafegava pela Avenida Brasil, Gilvan usava identidade falsa. Investigações revelaram seu papel na logística de envio de armas e drogas do Paraguai para o Complexo do Alemão. Além disso, ele teria contratado um hacker para ocultar um mandado de prisão por homicídio qualificado. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Apontado pela polícia como suspeito de ser um dos fornecedores de armas e drogas do Comando Vermelho (CV), Gilvan Firmo Margarida, conhecido como Nego, de 44 anos, foi preso nesta quinta-feira, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Ele foi capturado por policiais da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) e por PMs do Batalhão Tático de Motociclistas, quando trafegava de motocicleta pela Avenida Brasil. Segundo a polícia, no momento da prisão, Gilvan se identificou com uma identidade falsa que costumava usar. Ele foi localizado após um trabalho de inteligência e monitoramento. De acordo com as investigações, o suspeito era responsável pela logística de envio de armas e drogas do Paraguai para o Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, mantendo conexões com fornecedores naquele país. Advogado carioca encontrado morto em São Paulo é enterrado no Rio: 'Não acredito que ele se foi', diz amiga Os policiais também identificaram que ele utilizava documentos falsos para realizar viagens internacionais, fraude confirmada após troca de informações entre a especializada e o Núcleo de Operações da Polícia Federal no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro. A investigação também revelou que Gilvan teria contratado um hacker para adulterar dados no sistema da Justiça, com o objetivo de ocultar um mandado de prisão expedido contra ele. Após a descoberta da fraude, os policiais acionaram o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ), que adotou as medidas necessárias para restabelecer os dados corretos no sistema. Contra Gilvan havia um mandado de prisão por homicídio qualificado. Ele deverá ser submetido a uma audiência de custódia nos próximos dias. Na ocasião, um juiz decidirá se confirmará ou não a validade da prisão. Dependendo do resultado, ele continuará preso ou passará a responder pelas acusações em liberdade.
Suspeito de fornecer armas e drogas para o CV é preso pela polícia na Zona Oeste do Rio
Ele estava em uma motocicleta e foi detido por policiais civis e militares na Avenida Brasil
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