Órgão concluiu que não há indícios de morte violenta nem elementos que apontem para a participação de terceiros no caso 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Turista americana Hilde Ann Lynn foi encontrada morta no quarto de hotel de luxo em São Paulo — Foto: Reprodução/Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/07/2026 - 13:34 MP de SP Arquiva Caso de Americana Morta em Hotel por Causas Naturais O Ministério Público de São Paulo arquivou a investigação sobre a morte da americana Hilde Lynn Helphenstein, encontrada sem vida em um hotel de São Paulo. A perícia concluiu que a morte, ocorrida em maio, foi por causas naturais, especificamente tromboembolismo pulmonar em paciente com pneumonia e sob efeito de medicamentos, sem indícios de violência ou envolvimento de terceiros. Investigações descartaram intoxicação medicamentosa e comprovaram que ela estava sozinha no quarto. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O Ministério Público de São Paulo (MPSP) arquivou a investigação sobre a morte da americana Hilde Lynn Helphenstein, de 40 anos, encontrada em um quarto do hotel Rosewood São Paulo, na região central da capital, em maio deste ano. Segundo o órgão, a perícia concluiu que a vítima morreu por causas naturais, sem indícios de violência ou participação de terceiros. O arquivamento foi promovido pela 29ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital em 8 de julho, após a conclusão das investigações conduzidas pelo 5º Distrito Policial (Aclimação). De acordo com o Ministério Público, Hilde morreu em decorrência de "tromboembolismo pulmonar em paciente com pneumonia, no pós-operatório de cirurgia plástica, sob efeito de fármacos benzodiazepínicos, antidepressivos e antipsicóticos". "Ao final, a perícia concluiu tratar-se de morte por causa natural (energia de ordem biodinâmica), sem indícios de ação violenta", afirma o despacho de arquivamento. A americana foi encontrada morta em seu quarto no hotel Rosewood, na Bela Vista, após funcionários do estabelecimento entrarem na acomodação diante da ausência de resposta a ligações telefônicas e ao toque da campainha. À época, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) constatou a morte no local. No quarto, foram encontrados recipientes de medicamentos, uma garrafa vazia de vodca e um copo caído no chão. O caso foi inicialmente registrado como morte suspeita. Segundo o MPSP, as investigações incluíram depoimentos de funcionários do hotel, dos médicos que atenderam Hilde antes da morte, além da análise de imagens do circuito interno de monitoramento, registros de acesso ao apartamento e laudos produzidos pela Polícia Científica. Os exames necroscópico, anatomopatológico e toxicológico afastaram a hipótese de intoxicação medicamentosa como causa direta do óbito e não identificaram qualquer intervenção de terceiros. Ainda de acordo com o Ministério Público, a perícia não encontrou sinais de arrombamento, luta corporal ou violência no quarto, enquanto as imagens e os registros do hotel confirmaram que a americana permaneceu sozinha na acomodação até ser encontrada sem vida. Hilde estava no Brasil havia cerca de três semanas. Conforme relatos prestados à polícia durante a investigação, ela havia realizado uma cirurgia plástica no país e, dias antes de morrer, teria sido atendida em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) após uma possível overdose. Com a conclusão dos laudos e das diligências, o Ministério Público determinou o arquivamento definitivo do inquérito.