Ricardo Akira Matsufuji afirma ter sido espancado após ser acusado de filmar um passageiro; ele sofreu fratura na face e perfuração do tímpano, e a polícia investiga o caso 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Professor Ricardo Akira Matsufuji, de 29 anos, exibiu nas redes sociais os ferimentos que diz ter sofrido após uma agressão na Linha 5-Lilás do metrô de São Paulo; caso é investigado pela polícia como lesão corporal, com apuração sobre possível motivação homofóbica. — Foto: Reprodução/Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 16/07/2026 - 09:43 Professor sofre agressão homofóbica no metrô de São Paulo: caso em investigação O professor Ricardo Akira Matsufuji, de 29 anos, relata ter sido vítima de agressão homofóbica na Linha 5-Lilás do metrô de São Paulo. Acusado de filmar um passageiro, Matsufuji sofreu fratura facial e perfuração do tímpano após ser atacado com socos e ofensas. O caso, inicialmente registrado como lesão corporal, está sob investigação policial, e a concessionária ViaMobilidade colabora com o inquérito. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O professor Ricardo Akira Matsufuji, de 29 anos, denunciou ter sido vítima de uma agressão homofóbica na Linha 5-Lilás do metrô de São Paulo, na zona sul da capital, na manhã do último sábado. Segundo o relato, ele foi atacado por um homem enquanto seguia para o trabalho e sofreu fratura na face, perfuração do tímpano e diversos ferimentos. Em publicação nas redes sociais, Matsufuji afirmou que lia o material de uma aula no celular quando sentiu um chute na perna dentro do vagão. Ao desembarcar, teria sido abordado por um homem, que o acusou de tê-lo filmado e passou a desferir socos enquanto fazia ofensas homofóbicas. — O cara me pegou por trás, sofri várias pancadas na cabeça, tive sangramento no nariz. Toda vez que ele me socava, eu caía e depois tentava me levantar. Fiquei com hematomas no rosto e na cabeça — relatou o professor. O caso foi registrado inicialmente como lesão corporal no 27º Distrito Policial (Campo Belo) e encaminhado à Delegacia do Metropolitano. Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), exames periciais foram solicitados e, caso surjam novos elementos durante a investigação, a tipificação da ocorrência poderá ser alterada. Em nota, a ViaMobilidade, concessionária responsável pela Linha 5-Lilás, afirmou repudiar "qualquer ato de violência, discriminação ou intolerância" e disse colaborar com as investigações. O suposto agressor não teve a identidade divulgada.
Professor denuncia agressão homofóbica em estação da Linha 5-Lilás do metrô de São Paulo
Ricardo Akira Matsufuji afirma ter sido espancado após ser acusado de filmar um passageiro; ele sofreu fratura na face e perfuração do tímpano, e a polícia investiga o caso







