Dispensado pelo Liverpool aos 11 anos e contestado durante a carreira, atacante transformou velocidade e confiança quase obsessiva em armas da Inglaterra nesta Copa 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Momento em que Gordon abre o placar para a Inglaterra, diante da Argentina, na semifinal da Copa do Mundo — Foto: Justin Setterfield/Getty Images via AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 15/07/2026 - 17:23 Anthony Gordon: De Dispensado a Estrela da Copa do Mundo 2023 Anthony Gordon, atacante inglês de 25 anos, brilhou na Copa do Mundo ao marcar contra a Argentina na semifinal, realizada em Atlanta. Após ser dispensado pelo Liverpool aos 11 anos, Gordon encontrou seu espaço no Everton e, mais tarde, no Newcastle. Conhecido por sua velocidade e confiança, foi eleito o melhor jogador da Euro Sub-21 em 2023. Em Atlanta, suas habilidades são potencializadas, transformando-o em peça-chave da seleção inglesa. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Anthony Gordon parece ter encontrado em Atlanta um campo do tamanho de sua pressa. O atacante de 25 anos abriu o placar da Inglaterra contra a Argentina, na semifinal da Copa do Mundo, e voltou a ser decisivo no mesmo Mercedes-Benz Stadium em que havia comandado a virada sobre a República Democrática do Congo. Naquela partida, saiu do banco e deu as duas assistências para Harry Kane na vitória por 2 a 1. Nascido em Liverpool, Gordon torcia pelo clube da cidade e começou em sua academia, mas foi dispensado aos 11 anos. Atravessou a rivalidade local para se formar no Everton, pelo qual estreou profissionalmente aos 16. Anos depois, voltou a ser preterido pelo Liverpool quando o Newcastle tentou envolvê-lo numa negociação. Entre uma rejeição e outra, ainda saiu do Everton sob hostilidade de parte da torcida e começou sua passagem pelo Newcastle como reserva. A resposta foi construída com velocidade, intensidade e uma confiança que ele próprio define como quase cega. Gordon foi eleito o melhor jogador da Euro Sub-21 conquistada pela Inglaterra em 2023 e, no Newcastle, deixou de ser apenas um ponta de arrancadas para se tornar um atacante mais completo. Aprendeu a pressionar, atacar espaços por dentro e servir os companheiros. Nesta Copa, chegou à semifinal com três assistências e conquistou uma posição antes disputada por nomes mais badalados. Atlanta potencializa essas características. Com teto fechado, ar-condicionado e temperatura controlada, o estádio elimina o calor que castigou os ingleses em outras sedes. O gramado rápido também favorece um jogador que vive da explosão e da repetição de corridas. Contra o Congo, Gordon tornou-se o primeiro reserva da história das Copas a dar duas assistências numa partida de mata-mata. Diante da Argentina, retornou como titular e marcou o gol que colocou a Inglaterra em vantagem. Fora de campo, Gordon se descreve como alguém incapaz de ficar parado. Já contou que alterna obsessões por sinuca, pôquer e videogames, compra equipamentos e pesquisa cada novo interesse até os mínimos detalhes. Também trabalha com mentores para controlar a ansiedade e permanecer concentrado no presente. Atlanta virou a síntese perfeita dessa trajetória: o menino rejeitado, contestado e tantas vezes obrigado a recomeçar encontrou na cidade o lugar em que a Inglaterra já não consegue deixá-lo de lado.
Anthony Gordon: conheça o inglês que abriu o placar contra a Argentina, foi rejeitado mais de uma vez e brilha em Atlanta
Dispensado pelo Liverpool aos 11 anos e contestado durante a carreira, atacante transformou velocidade e confiança quase obsessiva em armas da Inglaterra nesta Copa










