Pesquisa mostrou Lula com 40% das intenções de voto contra 28% do senador e, no segundo turno, o petista venceria Flávio por 45% a 37%. Senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro — Foto: Grupo Voto/Divulgação No mesmo dia em que a pesquisa eleitoral da Quaest mostrou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abrindo vantagem sobre o pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o senador criticou hoje o instituto que fez o levantamento. Flávio também elogiou a proposta de criação de um "selo de acerto" pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Nunes Marques, medida que foi criticada pelos institutos de pesquisa. Leia Mais "Parabéns ao Presidente do TSE, Ministro Nunes Marques, pelo “selo de acerto” para institutos de pesquisa que mais acertarem o resultado das eleições. Talvez se ele já existisse, teriam vergonha de publicar essa pesquisa da Quaest de hoje. Ela deve ser reflexo de como o povo brasileiro está feliz com Lula: preço alto da comida, ninguém mais sofre com a violência no país e nenhum brasileiro está endividado", escreveu o senador nas redes sociais. A Quaest publicada nesta quarta-feira apresentou uma ampliação de vantagem de Lula sobre o pré-candidato do PL. No primeiro turno, o petista tem 40% das intenções de voto contra 28% do senador. No segundo turno, Lula venceria Flávio com uma diferença de 8 pontos percentuais, por 45% a 37%. A pesquisa também mostra um aumento da aprovação da gestão do presidente da República — percentual que superou a desaprovação pela primeira vez desde 2024. A proposta de criação do selo de acerto para pesquisas criticada pelos representantes dessas empresas, que destacam que esses levantamentos mostram a intenção de voto no momento em que eles foram realizados, e não são previsões do resultado do pleito eleitoral.