Com Messi e Bellingham no centro de um clássico histórico, análise avalia os prováveis titulares por desempenho no Mundial, temporada e carreira 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Cara a cara Argentina x Inglaterra — Foto: Editoria de Arte RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 15/07/2026 - 12:01 Messi vs. Bellingham: Inglaterra e Argentina Duelam na Semifinal Inglaterra e Argentina se enfrentam na semifinal da Copa do Mundo em um confronto histórico. A análise dos prováveis titulares destaca Lionel Messi como peça central da Argentina, enquanto Jude Bellingham se sobressai pela Inglaterra. A comparação entre os jogadores considera desempenho no Mundial, temporada e carreira. Com uma leve vantagem para a Argentina, o confronto promete ser equilibrado, destacando a experiência decisiva de jogadores como Messi e a força física e juventude de Bellingham e Rice pela Inglaterra. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Inglaterra e Argentina se enfrentam nesta quarta-feira, às 16h, no Mercedes-Benz Stadium, em Atlanta, por uma vaga na final da Copa do Mundo. Quem vencer enfrenta a Espanha, que eliminou a França por 2 a 0 na outra semifinal. O duelo recoloca no mata-mata duas camisas atravessadas por capítulos históricos em Copas: 1966, 1986, 1998, 2002 e agora 2026. A Inglaterra deve ter Pickford; Konsa, Stones, Guéhi e O’Reilly; Declan Rice e Elliott Anderson; Anthony Gordon, Bellingham e Madueke; Harry Kane. Bukayo Saka disputa posição com Madueke, Reece James aparece como opção para a lateral, e Jarell Quansah está suspenso. A Argentina deve ir a campo com Dibu Martínez; Molina, Cuti Romero, Lisandro Martínez e Tagliafico; De Paul, Paredes, Mac Allister e Enzo Fernández; Messi e Julián Álvarez. Molina é favorito na disputa com Montiel, e Julián ganhou a vaga de Lautaro Martínez no ataque. O GLOBO comparou os 11 prováveis titulares por função. Cada duelo considera três critérios: desempenho nesta Copa, rendimento na temporada 2025/26 e peso da carreira. Goleiros: Jordan Pickford (Everton) x Emiliano Martínez (Aston Villa) Pickford faz uma Copa segura e tem uma trajetória sólida pela Inglaterra, especialmente em torneios de seleções. Mas Dibu Martínez carrega outro tipo de peso em mata-mata. Não é apenas um goleiro: é um personagem de decisão, pênalti, tensão e sobrevivência argentina. Pickford leva a temporada pela regularidade no Everton e pelo bom Mundial, mas Dibu vence pelo impacto na Copa e, principalmente, pela carreira construída em finais e eliminações diretas. Nesta Copa: Emiliano MartínezNa última temporada: Jordan PickfordNa carreira: Emiliano MartínezPlacar: Jordan Pickford 1 x 2 Emiliano Martínez Defensores pelo lado direito: Ezri Konsa (Aston Villa) x Nahuel Molina (Atlético de Madrid) Konsa deve aparecer pelo lado direito da defesa inglesa, em uma função menos ofensiva e mais de proteção. Tem feito uma Copa muito consistente, especialmente pela capacidade de defender espaços e compensar a liberdade dos meias. Molina, por outro lado, é mais lateral de origem, mais acostumado a atacar e mais identificado com o modelo campeão da Argentina. O momento é inglês; a história em seleção ainda favorece o argentino. Nesta Copa: Ezri KonsaNa última temporada: Ezri KonsaNa carreira: Nahuel MolinaPlacar: Ezri Konsa 2 x 1 Nahuel Molina Zagueiros: John Stones (Manchester City) x Cristian Romero (Tottenham) Stones voltou a ser importante em uma defesa inglesa que se reorganizou ao longo do mata-mata, e sua carreira de clube fala muito alto, com Premier League, Champions e anos de Manchester City. Romero, porém, chega em melhor Mundial. Marcou contra o Egito, lidera emocionalmente a defesa argentina e joga este tipo de partida como se tivesse nascido para ela. Na temporada, também foi mais constante que Stones. O inglês leva a carreira de clube; o argentino leva o presente. Nesta Copa: Cristian RomeroNa última temporada: Cristian RomeroNa carreira: John StonesPlacar: John Stones 1 x 2 Cristian Romero Zagueiros: Marc Guéhi (Crystal Palace) x Lisandro Martínez (Manchester United) Guéhi tem sido uma das boas notícias da Inglaterra nesta Copa: rápido, limpo nos duelos e mais seguro do que barulhento. Lisandro Martínez é mais agressivo, mais intenso e mais acostumado a defender no limite, mas também joga em uma Argentina que se expõe mais emocionalmente. O inglês leva o Mundial e a temporada pela regularidade; Lisandro leva a carreira pelo peso na seleção campeã e pela experiência em jogos grandes. Nesta Copa: Marc GuéhiNa última temporada: Marc GuéhiNa carreira: Lisandro MartínezPlacar: Marc Guéhi 2 x 1 Lisandro Martínez Defensores pelo lado esquerdo: Nico O’Reilly (Manchester City) x Nicolás Tagliafico (Lyon) O’Reilly é uma aposta interessante da Inglaterra: jovem, técnico, formado em um contexto de posse e com boa capacidade para sair jogando. Mas Tagliafico tem muito mais casca para uma semifinal desse tamanho. O argentino conhece o caminho dos mata-matas, oferece agressividade defensiva e entende o funcionamento da seleção de Scaloni. O inglês leva a temporada pelo contexto de clube; o argentino vence Copa e carreira. Nesta Copa: Nicolás TagliaficoNa última temporada: Nico O’ReillyNa carreira: Nicolás TagliaficoPlacar: Nico O’Reilly 1 x 2 Nicolás Tagliafico Volantes: Declan Rice (Arsenal) x Leandro Paredes (Boca Juniors) Paredes é o jogador que dá passe, pausa e certa malandragem competitiva à Argentina. Em jogo grande, sabe baixar o ritmo, comprar contato e encontrar Messi entre linhas. Rice, porém, está em outro nível físico e competitivo no momento. É o volante que sustenta a Inglaterra, protege a defesa, conduz, pressiona e ainda chega ao ataque. Paredes leva a carreira pelos títulos com a seleção; Rice vence Copa e temporada. Nesta Copa: Declan RiceNa última temporada: Declan RiceNa carreira: Leandro ParedesPlacar: Declan Rice 2 x 1 Leandro Paredes Meias centrais: Elliott Anderson (Nottingham Forest) x Rodrigo De Paul (Inter Miami) Anderson cresceu durante a Copa, ganhou minutos importantes e ajuda a Inglaterra a ter mais energia ao lado de Rice. Mas De Paul segue sendo uma peça muito maior dentro do jogo argentino. Ele corre por Messi, pressiona por Messi, protege o lado direito, inflama o time e participa de quase todos os momentos de tensão da equipe. Anderson leva a temporada por jogar em ritmo de Premier League; De Paul vence a Copa e a carreira. Nesta Copa: Rodrigo De PaulNa última temporada: Elliott AndersonNa carreira: Rodrigo De PaulPlacar: Elliott Anderson 1 x 2 Rodrigo De Paul Meias ofensivos: Jude Bellingham (Real Madrid) x Enzo Fernández (Chelsea) Enzo é um dos jogadores mais importantes da Argentina na circulação, no passe vertical e na chegada de trás. Marcou gol decisivo contra o Egito e tem peso real na campanha. Ainda assim, Bellingham é o jogador mais completo da Inglaterra e um dos grandes nomes do torneio. Decide, conduz, chega à área, protege a bola e muda o humor de uma partida inteira. Pela Copa, pela temporada e pela carreira recente, o inglês está à frente. Nesta Copa: Jude BellinghamNa última temporada: Jude BellinghamNa carreira: Jude BellinghamPlacar: Jude Bellingham 3 x 0 Enzo Fernández Meias pelo lado esquerdo: Anthony Gordon (Newcastle) x Alexis Mac Allister (Liverpool) Gordon dá profundidade, velocidade e agressividade à Inglaterra. É útil para empurrar a defesa argentina para trás e pode atacar justamente as costas de Molina. Mac Allister, porém, é mais completo. Ajuda na pressão, organiza por dentro, pisa na área e dá à Argentina uma camada técnica que não depende apenas de Messi. Gordon leva o recorte específico desta Copa pelo impacto físico no lado esquerdo inglês; Mac Allister vence temporada e carreira. Nesta Copa: Anthony GordonNa última temporada: Alexis Mac AllisterNa carreira: Alexis Mac AllisterPlacar: Anthony Gordon 1 x 2 Alexis Mac Allister Atacantes pela direita: Noni Madueke (Chelsea) x Lionel Messi (Inter Miami) Madueke deve começar, mas tem Bukayo Saka pressionando pela vaga após entrar bem contra a Noruega. Com Saka, o duelo ficaria mais parelho em temporada e capacidade de desequilíbrio físico. Com Madueke, a diferença é grande. Messi chega à semifinal com oito gols na Copa, como centro emocional e técnico da Argentina, e continua decidindo jogos mesmo quando o time parece estar no limite. Mundial, temporada e carreira são do argentino. Nesta Copa: Lionel MessiNa última temporada: Lionel MessiNa carreira: Lionel MessiPlacar: Noni Madueke 0 x 3 Lionel Messi Referências do ataque: Harry Kane (Bayern de Munique) x Julián Álvarez (Atlético de Madrid) Julián Álvarez ganhou a disputa com Lautaro Martínez e chega em alta pela capacidade de pressionar, atacar espaço e jogar sem bola para Messi. É um atacante de título, de intensidade e de jogo grande. Kane, porém, vive outra escala individual. É o maior artilheiro da história da Inglaterra, chega de temporada fortíssima no Bayern e continua sendo o jogador que melhor combina gol, passe e liderança no ataque inglês. Julián é importantíssimo; Kane vence os três critérios. Nesta Copa: Harry KaneNa última temporada: Harry KaneNa carreira: Harry KanePlacar: Harry Kane 3 x 0 Julián Álvarez Placar final: Argentina 6 x 5 Inglaterra A Argentina vence seis dos 11 duelos e aparece ligeiramente à frente em um cara a cara muito equilibrado. A vantagem está menos em uma superioridade coletiva clara e mais no peso de jogadores que carregam histórico de decisão: Dibu Martínez, Romero, Tagliafico, De Paul, Mac Allister e, acima de todos, Messi. A Inglaterra leva cinco confrontos, mas alguns dos mais fortes: Konsa, Guéhi, Rice, Bellingham e Kane. É uma seleção mais física, mais profunda e talvez mais regular por clube. Se Saka começar no lugar de Madueke, o lado direito inglês ganha mais peso, mas a comparação com Messi seguiria favorável à Argentina pelo tamanho do Mundial que o camisa 10 vem fazendo. O placar mostra o tamanho da semifinal: a Argentina tem mais cicatrizes felizes de Copa; a Inglaterra tem mais força, juventude e pernas para pressionar. O jogo deve passar por três zonas decisivas: Rice contra Paredes, Bellingham contra Enzo e Messi contra qualquer plano que Tuchel conseguir desenhar.