Alejandro Toledo foi condenado por aceitar US$ 35 milhões em subornos da construtora em troca de favorecimento na concessão de um contrato de construção de estradas 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Ex-presidente do Peru Alejandro Toledo sendo escoltado na chegada após ser extraditado dos Estados Unidos, no aeroporto internacional Jorge Chávez em Callao, Lima — Foto: Polícia Nacional do Peru/AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 14/07/2026 - 02:32 Alejandro Toledo pede prisão domiciliar por problemas de saúde O ex-presidente peruano Alejandro Toledo, condenado a 20 anos de prisão por aceitar subornos de US$ 35 milhões da Odebrecht, solicitou prisão domiciliar alegando deterioração de saúde. Toledo, de 81 anos, afirmou que corre risco de ataque cardíaco ou derrame. O pedido foi apresentado oficialmente, e seu advogado buscará apoio no Ministério da Justiça e no gabinete do presidente José María Balcázar. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O ex-presidente Alejandro Toledo, que cumpre pena de 20 anos de prisão por aceitar subornos da construtora Odebrecht, solicitou nesta segunda-feira um indulto humanitário ao governo peruano devido ao seu suposto agravamento de saúde, informou seu advogado à AFP. Em uma declaração por escrito, Toledo, de 81 anos, afirmou que sua saúde "se deteriorou seriamente na prisão". "Os médicos me alertaram que um ataque cardíaco ou um derrame pode ocorrer a qualquer momento", disse o ex-presidente, que governou o país andino de 2001 a 2006. "O pedido de soltura foi oficialmente apresentado" nesta segunda-feira "na prisão" onde ele está detido em Lima, disse seu advogado, Carlos Torres, à AFP. O advogado acrescentou que também irá ao Ministério da Justiça e ao gabinete do atual presidente, José María Balcázar. "Ele está em mau estado, por isso a urgência" em relação ao indulto, acrescentou. As eleições presidenciais no Peru em fotos: confira 1 de 12 O candidato à presidência do Peru, Roberto Sánchez, do partido Juntos por el Peru, discursa de uma sacada após a divulgação dos primeiros resultados do segundo turno das eleições presidenciais em Lima — Foto: Connie FRANCE / AFP 2 de 12 As urnas fecharam em 7 de junho de 2026, com as pesquisas de boca de urna indicando que Keiko Fujimori, candidata pela quarta vez, tinha uma vantagem mínima sobre seu rival de esquerda, Roberto Sánchez — Foto: Connie FRANCE / AFP X de 12 Publicidade 12 fotos 3 de 12 A disputa para saber quem será o nono presidente do Peru em uma década continua indefinida na tarde desta segunda-feira (8) — Foto: Anthony Nino de Guzman / AFP 4 de 12 Um funcionário eleitoral peruano exibe uma cédula a favor do candidato presidencial Roberto Sánchez — Foto: Connie FRANCE / AFP X de 12 Publicidade 5 de 12 Em sua quarta tentativa de chegar à Presidência, Keiko pediu paciência a seus apoiadores, afirmando que "teremos dias longos pela frente" — Foto: Connie FRANCE / AFP 6 de 12 Apoiadores do candidato presidencial peruano Roberto Sánchez dançam enquanto aguardam seu discurso — Foto: Connie FRANCE / AFP X de 12 Publicidade 7 de 12 Apoiadores do candidato presidencial peruano Roberto Sánchez — Foto: Connie FRANCE / AFP 8 de 12 Apoiador da candidata à presidência do Peru, Keiko Fujimori, pelo partido Fuerza Popular, acena com uma bandeira após a divulgação dos primeiros resultados do segundo turno — Foto: Anthony Nino de Guzman / AFP X de 12 Publicidade 9 de 12 A candidata à presidência do Peru, Keiko Fujimori, pelo partido Força Popular, acena após um discurso na sequência da divulgação dos primeiros resultados — Foto: MARTIN BERNETTI / AFP 10 de 12 Uma apoiadora da candidata à presidência do Peru, Keiko Fujimori, do partido Força Popular, exibe uma bandeira nacional com a inscrição em espanhol "Eu amo o Peru" — Foto: MARTIN BERNETTI / AFP X de 12 Publicidade 11 de 12 As primeiras páginas de jornais expostas em uma banca de jornal em Lima nesta segunda-feira (8) — Foto: MARTIN BERNETTI / AFP 12 de 12 As primeiras páginas de jornais expostas em uma banca de jornal em Lima nesta segunda-feira (8) — Foto: MARTIN BERNETTI / AFP X de 12 Publicidade A disputa é entre Keiko Fujimori e Roberto Sánchez O pedido surge duas semanas antes de Keiko Fujimori, filha do ex-presidente Alberto Fujimori (1990-2000), de quem Toledo foi um dos principais opositores, assumir o poder. Toledo foi condenado em 2024 por aceitar US$ 35 milhões em subornos da construtora brasileira Odebrecht em troca de favorecimento na concessão de um contrato de construção de estradas quando era presidente. Um ano depois, ele recebeu uma segunda sentença de 13 anos por lavagem de dinheiro relacionada ao mesmo esquema de corrupção.