O médico da seleção do Senegal era ginecologista e não tinha a formação necessária para tratar o elenco durante a Copa do Mundo na América do Norte, afirmou Abdoulaye Fall, presidente da federação de futebol do país, nesta segunda-feira (13).
Segundo o dirigente da entidade, em coletiva de imprensa, a formação do médico foi descoberta tardiamente e gerou preocupação entre os jogadores sobre o nível de suporte médico disponível.
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"Com base no retorno que recebi, os jogadores estavam inseguros em relação ao acompanhamento dele", afirmou Fall. A federação buscou expertise médica adicional para tranquilizar o elenco, acrescentou.










