Notícia foi confirmada pela conta oficial da federação de futebol da Holanda. Árbitro havia sido escolhido para atuar como VAR na Copa do Mundo de 2026, mas foi retirado da lista da Fifa antes do torneio após uma acusação de abuso sexual. O árbitro holandês Rob Dieperink morreu nesta segunda-feira (13) aos 38 anos. A causa da morte de Dieperink não foi divulgada pela entidade. Em nota, a federação prestou solidariedade aos familiares, amigos e pessoas próximas. Em maio, o profissional foi retirado pela Fifa da lista de árbitros selecionados para a Copa do Mundo de 2026. A exclusão ocorreu após suspeitas de abuso sexual. Na ocasião, o árbitro declarou ao portal The Athletic que o caso havia sido encerrado pela polícia londrina por falta de provas suficientes. Rob Dieperink teve a morte confirmada pela Federação Holandesa de Futebol nesta segunda-feira (13). — Foto: Reprodução/KNVB O árbitro holandês Rob Dieperink morreu aos 38 anos. O falecimento foi confirmado nesta segunda-feira (13) pela Federação Real Neerlandesa de Futebol (KNVB), que lamentou a perda em uma publicação nas redes sociais. A causa da morte não foi divulgada. Em maio, ele foi retirado da lista de árbitros selecionados para atuar no VAR da Copa do Mundo de 2026 após se tornar alvo de uma investigação por suspeita de abuso sexual. Acompanhe a Copa do Mundo 2026 pelo ge: "Com a perda de Rob, despedimo-nos de um árbitro muito respeitado, mas, acima de tudo, de um colega querido, atencioso e presente", afirmou a KNVB. Veja os vídeos em alta do g1 Agora no g1 A federação também prestou solidariedade à família, aos amigos e a todos os que conviviam com ele, desejando força para enfrentar a perda. Em maio, a Federação Internacional de Futebol (Fifa) retirou Rob da lista de árbitros que cobririam a Copa do Mundo 2026 após ele ter sido preso em Londres sob suspeita de abuso sexual contra um adolescente. Na época, em resposta ao jornal The Athletic, braço esportivo do The New York Times, o holandês afirmou que a polícia de Londres encerrou o caso. Um porta-voz da corporação também confirmou ao jornal que "o conjunto de provas não atingiu o patamar necessário" e que "nenhuma outra medida seria tomada".