Ator neozelandês morreu na Austrália após anunciar recentemente remissão da doença 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Sam Neill em 'Alcatraz' (2012) — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/07/2026 - 10:13 Sam Neill, de Jurassic Park, morre após remissão de linfoma Sam Neill, ator neozelandês famoso pelo papel em Jurassic Park, faleceu na Austrália após anunciar remissão de um linfoma não Hodgkin. Diagnosticado em 2022, Neill enfrentou cinco anos de tratamento, incluindo terapia celular CAR-T, que o levou à remissão. O linfoma não Hodgkin afeta o sistema linfático e apresenta sintomas como aumento de gânglios, sudorese noturna e perda de peso. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O ator neozelandês Sam Neill, conhecido mundialmente por interpretar o paleontólogo Alan Grant na franquia Jurassic Park, morreu nesta segunda-feira (13), em Sydney, na Austrália. A informação foi confirmada pela família em um comunicado publicado nas redes sociais. Recentemente, o artista havia anunciado que estava em remissão de um câncer após cinco anos de tratamento. Suplementos de vitaminas podem fazer mal? Teste seus conhecimentos sobre o temaAté que ponto os amigos influenciam a saúde mental dos adolescentes? O que um novo estudo pode (e não pode) nos dizer "É com imensa tristeza que a família de Sam Neill comunica seu falecimento", diz a nota. Segundo o comunicado, o ator morreu cercado pelos familiares. "Sam estava cercado por seus familiares e partiu com a dignidade que marcou toda a sua vida. A perda foi repentina e inesperada, mas houve o conforto de saber que Sam permaneceu livre do câncer". Câncer Em 2022, Neill foi diagnosticado com linfoma não Hodgkin, um tipo de câncer que afeta as células, vasos e órgãos do sistema linfático, parte do sistema imunológico. No fim de semana, em entrevista ao Canal 7 da Austrália, Neill contou que conviveu com a doença por cinco anos e que a quimioterapia havia deixado de surtir efeito. — Eu estava desorientado e parecia que estava de saída, o que obviamente não era o ideal — relatou. O ator explicou que entrou em remissão após passar por uma terapia celular do tipo CAR-T, que modifica, em laboratório, células do sistema imunológico do próprio paciente para combater o câncer. — Acabei de fazer uma tomografia e não tenho câncer. É algo extraordinário — afirmou na entrevista. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são mais de 20 tipos diferentes de linfoma não-Hodgkin. Mas os dois subtipos mais comuns são: difuso de grandes células B (linfoma agressivo) e folicular (linfoma indolente). Eles podem acometer crianças, adolescentes e adultos. Porém, é mais comum durante o envelhecimento. Sintomas da doença Os linfomas não-Hodgkin apresentam diversos sintomas, que variam de acordo com o tipo específico de linfoma, do estágio da doença e da localização dos linfonodos afetados. Os listados pelo INCA como mais importantes são: Aumento dos gânglios linfáticos: É um dos sintomas mais comuns dos linfomas não-Hodgkin. Pode ocorrer o aumento de linfonodos em várias regiões do corpo, como pescoço, axilas, virilha, abdômen ou região mediastinal (no tórax);Sudorese noturna: Suor durante a noite em excesso, especialmente durante o sono, podem ser intensos o suficiente para encharcar roupas e lençóis;Perda de peso inexplicada: Perda de peso significativa e não intencional, geralmente de mais de 10% do peso corporal total em um período de seis meses;Fadiga e fraqueza: Sensação de cansaço extremo e falta de energia, mesmo com atividades leves;Febre: A febre pode ser intermitente ou persistente, sem uma causa aparente;Coceira na pele: Ainda que não apresente erupções cutâneas visíveis, pode ser um sintoma;Sintomas respiratórios: Tosse persistente, falta de ar, dor no peito ou respiração ofegante podem ocorrer quando os linfonodos no mediastino ou pulmões estão envolvidos;Sintomas gastrointestinais: Aumento do volume abdominal, dor abdominal, náuseas, vômitos ou alterações nos hábitos intestinais. Diagnóstico O diagnóstico de linfoma não Hodgkin geralmente pede uma variedade de exames e testes para confirmar a presença da doença e determinar o tipo específico de linfoma. Os principais métodos são exames físicos e histórico médico, exames de sangue, biópsia de gânglio linfático e exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância magnética. Tratamento O tratamento para linfomas não Hodgkin pode variar consideravelmente com base no seu tipo específico, estágio da doença, idade do paciente e saúde como um todo. Geralmente, o tratamento pode envolver uma combinação de terapias, incluindo quimioterapia, CAR-T, radioterapia e imunoterapia.
Linfoma não Hodgkin: entenda o câncer de Sam Neill
Ator neozelandês morreu na Austrália após anunciar recentemente remissão da doença















