PUBLICIDADE Volodymyr Zelensky e outros líderes também participarão de desfile militar na Champs-Élysées, em Paris, no dia 14 de julho, em demonstração de apoio à Ucrânia, segundo a França 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, e a primeira-dama, Olena Zelenska, na chegada à reunião da Otan em Ancara — Foto: Metin Akta / POOL / AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 13/07/2026 - 03:04 Cúpula em Paris Reforça Apoio à Ucrânia e Pressiona Rússia por Paz Líderes aliados da Ucrânia se reúnem em Paris com Volodymyr Zelensky para reforçar apoio a Kiev e pressionar a Rússia por um cessar-fogo. A cúpula visa aumentar a defesa aérea da Ucrânia e discutir sanções europeias. Zelensky participará do desfile de 14 de julho na Champs-Élysées. A coalizão, iniciada por França e Reino Unido, busca garantir segurança à Ucrânia e planeja uma força multinacional para o pós-guerra. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Líderes dos aliados da Ucrânia se reúnem nesta segunda-feira em Paris com o presidente Volodymyr Zelensky em uma cúpula para reafirmar o apoio a Kiev e aumentar a pressão sobre a Rússia. A reunião da "coalizão de voluntários", lançada pela França e pelo Reino Unido para fornecer apoio militar à Ucrânia após a invasão russa de 2022, visa pressionar por um cessar-fogo e pela retomada das negociações de paz, informou a presidência francesa na última sexta-feira. Pelo menos 25 chefes de Estado participarão da reunião, um dia antes do Dia da Queda Bastilha, feriado nacional francês que comemora a tomada da Bastilha durante a Revolução Francesa de 1789. Zelensky e outros líderes também participarão do desfile militar na Champs-Élysées, em Paris, no dia 14 de julho, em uma demonstração de apoio à Ucrânia, segundo a França. A cúpula está sendo realizada em "um momento muito forte de renovada convergência e unidade transatlântica", bem como em "uma dinâmica mais favorável para a Ucrânia no terreno", segundo o Palácio do Eliseu. Este encontro tem um objetivo triplo, explicou o ministro das Relações Exteriores francês, Jean-Noël Barrot, ao jornal Ouest-France: apoio à Ucrânia, "especialmente na área de defesa aérea" contra os bombardeios russos; aumento da pressão sobre Moscou com "um 21º pacote de sanções europeias"; e preparativos para "a paz e a definição de garantias de segurança que serão indispensáveis ​​para evitar qualquer agressão futura". Veja fotos de uma das maiores ofensivas aéreas da Ucrânia contra a Rússia desde o início da guerra 1 de 10 Fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP 2 de 10 Fumaça toma os céus de Moscou durante bombardeio ucraniano nesta quinta-feira — Foto: AFP X de 10 Publicidade 10 fotos 3 de 10 Pessoas caminham em um parque enquanto fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP 4 de 10 Fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP X de 10 Publicidade 5 de 10 Mulher caminha do lado de fora de um shopping center enquanto fumaça preta sobe da área da refinaria de petróleo da Gazprom Neft, produtora russa, nos arredores de Moscou — Foto: AFP 6 de 10 Fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP X de 10 Publicidade 7 de 10 Pessoas são vistas do lado de fora de um shopping enquanto fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP 8 de 10 Um homem tira fotos de uma ponte sobre o rio Moskva enquanto fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP X de 10 Publicidade 9 de 10 Uma mulher caminha em uma localidade residencial enquanto a fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP 10 de 10 Fumaça sobe da área da refinaria de petróleo russa Gazprom Neft em Moscou, na periferia sudeste de Moscou, em 18 de junho de 2026 — Foto: AFP X de 10 Publicidade Série de ataques ucranianos contou com mais de 500 drones O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, restabeleceu relações com seu homólogo russo, Vladimir Putin, assim que retornou à Casa Branca, mas expressou disposição para fornecer maior apoio à Ucrânia durante a cúpula do G7 na França, em junho, e na recente cúpula da Otan na Turquia. Além disso, o Congresso dos EUA avançou com legislação bipartidária para sancionar países que compram petróleo e gás da Rússia. Força Multinacional Os líderes da coalizão se concentrarão na cooperação em defesa aérea e balística, incluindo a concessão de licenças para a fabricação de armas no país. A Força Multinacional para a Ucrânia, que será mobilizada após o fim da guerra, possui um "estado-maior operacional" para "demonstrar à Rússia" que está preparada, indicaram autoridades francesas. Exercícios militares conjuntos serão programados para esse fim, segundo Macron. A coalizão, que começou em fevereiro de 2025, já se reuniu mais de 15 vezes e, em 6 de janeiro — na presença de enviados dos EUA — adotou a Declaração de Paris, que estabelece garantias de segurança para proteger a Ucrânia de um novo ataque russo e para monitorar um possível cessar-fogo. Washington não faz parte da coalizão voluntária, mas estaria envolvido no monitoramento de um cessar-fogo. França, Reino Unido e Espanha declararam sua disposição de enviar tropas, algo que Moscou rejeita. De qualquer forma, não há indícios de que um cessar-fogo será alcançado em breve. Os combates continuam, com ambos os lados atacando-se diariamente com mísseis e drones. Os Estados Unidos autorizaram a Ucrânia este mês a construir sistemas de defesa aérea Patriot, capazes de abater mísseis balísticos, mas levará meses para que a produção comece. Zelensky insistiu que os aliados forneçam mais ajuda militar para auxiliar a Ucrânia a repelir a invasão russa.