'Cresci vendo meu bisavô usar linho marrom', frisa a estilista Marina Fontanari 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Campanha da marca cearense Patú — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 08/07/2026 - 19:31 Patú: Moda Cearense que Une Tradição e Modernidade em Destaque Global A Patú, marca criada por Diana Carla e sua filha Marina Fontanari, celebra a cultura do Sertão Central do Ceará, e une a tradição familiar à moda contemporânea. Fundada em 2021, a marca já possui lojas em Fortaleza e São Paulo, e participou de eventos como o Dragão Fashion e uma exposição em Londres. Com peças feitas sob medida e alfaiataria refinada, a Patú destaca-se por contar histórias autênticas e emocionantes através de suas coleções. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O desejo de mãe e filha se reconhecerem foi um dos motivos para Diana Carla, de 54 anos, e Marina Fontanari, de 31, fundarem, no fim de 2021, a marca Patú. “Trabalhava muito na infância e adolescência de Marina. Agora, a moda nos uniu”, comemora Diana. Menos de cinco anos depois, a expertise técnica de Diana e o desejo de contar a história da família e do Ceará de Marina, estado natal de ambas, ganham tração: com lojas em Fortaleza, numa casa centenária, e em Vila Madalena, em São Paulo, a marca estreou no Dragão Fashion, participou da exposição “Caatinga: stitching resilience”, em Londres, e acaba de lançar linha feita sob medida. “Queremos contar a nossa trajetória e fazer parte da vida das pessoas”, diz Diana. Foi durante a pandemia que tudo começou. Marina precisou adiar o mestrado que faria em Direito Internacional, fora do país. Diana, com 30 anos de indústria fashion, viu o mercado paralisar. “Ao entender que poderia compartilhar, por meio de roupas, a cultura do Sertão Central e a história da nossa família, topei”, lembra Marina. A primeira coleção já disse ao que veio: foi inspirada em São Francisco e na paisagem de Senador Pompeu, no sertão central do Ceará. “ Vestido feito de reatalhos da Patú — Foto: Divulgação Na de inverno 2026, a música “Longarinas”, de Ednardo, é o ponto de partida para uma coleção que valoriza o fazer manual. “Que pode ser uma manipulação de tecido. Tem também muito vestido e alfaiataria de linho puro e tafetá”, diz. As fundadoras da Patú, mãe e filha, Diana Carla e Marina Fontanari — Foto: Divulgação A fundadora da plataforma Nordestesse, Daniela Falcão, analisa o momento delas. “Além de ter narrativa coesa e emocionante, a roupa é muito bem acabada, e sem a visão caricata do sertão. O foco é a alfaiataria oversized”, diz. “A Patú nasceu pronta.”
Conheça a Patú, marca de mãe e filha que conta histórias do Sertão Central do Ceará
'Cresci vendo meu bisavô usar linho marrom', frisa a estilista Marina Fontanari






