Caroline Pinto dos Santos estava internada desde o dia 13 de junho com 65% do corpo queimado; Polícia Civil informou que o caso é investigado pela 33ª DP (Realengo) 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Caroline Pinto dos Santos morreu 25 dias após sofrer queimaduras durante uma cerimônia religiosa em um terreiro de candomblé, na Zona Oeste do Rio — Foto: Reprodução/Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 10/07/2026 - 09:22 Mulher morre após queimaduras em ritual; família busca justiça Caroline Pinto dos Santos faleceu após 25 dias internada devido a queimaduras sofridas durante cerimônia em um terreiro em Realengo, no Rio. Com 65% do corpo queimado, o acidente ocorreu quando um homem despejou líquido inflamável em uma cumbuca com fogo. A família busca justiça, alegando que os responsáveis desapareceram. O caso está sendo investigado pela 33ª DP (Realengo). Caroline deixa três filhas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Caroline Pinto dos Santos morreu na manhã desta quinta-feira (9), após passar 25 dias internada no Hospital Municipal Pedro II, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Ela estava hospitalizada desde o dia 13 de junho, quando sofreu queimaduras durante uma cerimônia religiosa em um terreiro de candomblé, em Realengo. Segundo informações publicadas pelo g1, Caroline teve cerca de 65% do corpo queimado após um acidente ocorrido durante o ritual. Um vídeo registrado no local mostra o momento em que um homem se aproxima de uma cumbuca com fogo e despeja um líquido inflamável. Em seguida, as chamas se alastram rapidamente e atingem a vítima. Nas imagens, participantes da cerimônia tentam conter o incêndio enquanto pedem água para apagar o fogo. Ainda de acordo com o g1, Caroline deixa três filhas. Em uma publicação nas redes sociais, uma delas prestou homenagem à mãe. "Mãe, você sempre será minha saudade eterna", escreveu. A irmã da vítima afirmou ao portal que cobra justiça e disse que os responsáveis pelo terreiro desapareceram após o acidente. — Eu quero justiça pela minha irmã. Os culpados sumiram. O zelador do terreiro disse que não sabia de nada. Como acontece algo assim e ele não sabe de nada, sendo que estava presente? — declarou ao g1. Segundo o relato da familiar, o homem que teria despejado o combustível seria marido da responsável religiosa de Caroline. Os dois, conforme informou a família ao portal, não foram mais localizados. A mulher que se identifica como ialorixá publicou uma nota de esclarecimento nas redes sociais antes de desativar seus perfis. No comunicado, reproduzido pelo g1, ela afirmou que o babalorixá responsável pelo terreiro não participou do uso de combustível e que o ritual tinha caráter particular, sendo conduzido apenas por ela e pelo marido. Também classificou o episódio como um "acidente de natureza inesperada e imprevisível". Em nota enviada à reportagem, a Polícia Civil informou que o caso foi registrado inicialmente na 35ª DP (Campo Grande) e encaminhado à 33ª DP (Realengo), responsável pela investigação. "A ocorrência foi registrada na 35ª DP (Campo Grande) e encaminhada à 33ª DP (Realengo), que dá continuidade às investigações. Diligências estão em andamento para apurar os fatos", informou a corporação.