A defesa do título da Copa do Mundo tem sido mais difícil do que o esperado para a Argentina. Apontada como ampla favorita diante de Cabo Verde e Egito nas duas primeiras fases eliminatórias, a atual campeã precisou lutar até o fim para conquistar duas vitórias apertadas por 3 a 2.
A classificação sobre os egípcios, porém, veio acompanhada de uma polêmica. A federação do Egito pediu à Fifa o afastamento da equipe de arbitragem responsável pela partida das oitavas de final, acusando os árbitros de favorecerem a Argentina e, em especial, seu principal astro, Lionel Messi.
Após o jogo, o técnico Hossam Hassan afirmou que sua seleção "sofreu uma injustiça". Em seguida, sugeriu que a própria Fifa teria interesse na permanência da atual campeã na competição.
"Talvez eles quisessem manter a campeã do mundo no torneio. Talvez quisessem que Messi continuasse na disputa", declarou.
As acusações também repercutiram nas redes sociais. Publicações reunindo lances em que a Argentina teria sido beneficiada pela arbitragem alimentaram teorias da conspiração e levaram vários usuários a afirmar que a Copa estaria sendo marcada por um "escândalo" de proporções mundiais.












