Passei os últimos dias construindo o HookSafe, uma camada que fica entre a plataforma de pagamento e o servidor do cliente para garantir que nenhum webhook se perca. A promessa do produto é uma só: se o seu servidor cair, eu seguro o evento e insisto até entregar.
Cometi três bugs no caminho. O que me fez escrever este texto não foi a burrice de cada um, foi perceber, depois, que os três tinham a mesma forma: todos faziam uma falha parecer um sucesso. Num sistema cujo produto é confiabilidade, é difícil imaginar categoria de bug mais cruel.
Bug 1: engoli o erro, e o sistema jurou que tinha entregue
A função que entrega o evento no servidor do cliente ficou assim:
go






