0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Valdir Espinosa — Foto: Rodrigo Rodrigues/Grêmio Os credores do Metropolitano, atualmente na segunda divisão do campeonato catarinense, aprovaram hoje o plano de recuperação judicial do clube. Quem se deu bem foram o quirografários, que não possuem garantias reais e recebem por último, enquanto os trabalhistas saíram nada satisfeitos. Nessa turma que tem valores a receber, está o falecido técnico Valdir Espinosa, campeão mundial com o Grêmio em 1983. O treinador teve uma curta passagem de dois meses pelo Metropolitano em 2016, quando foi demitido após sete jogos no comando e apenas duas vitórias. Ele morreu aos 72 anos em 2020 devido a complicações após uma cirurgia no abdômen. Os advogados de Espinosa pleiteavam uma dívida de aproximadamente R$ 162,6 mil, referentes a verbas trabalhistas e à rescisão de seu contrato. Segundo a defesa, ele foi desligado sem justa causa e o clube nunca recolheu verbas previdenciárias, tampouco depositou os valores do FGTS. Com a aprovação do plano, o crédito de Espinosa, que deve ser pago à família, sofreu um deságio de 88%. Pelo cálculo previsto, a quantia a receber será de R$ 19,1 mil. O montante, conforme definido, deve ser pago em parcela única no 12º mês a partir da implantação do plano, após 11 meses de carência. A tendência é que a defesa tente a impugnação. Mas quem acompanha o caso avalia que as chances de reverter são ínfimas.
Dívida com Valdir Espinosa sofre redução de 88% em plano da RJ de clube de SC
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