Atraso na divulgação de informações pelo bilionário permitiu que ele comprasse papéis a preços baixos antes que os investidores percebessem, resultando em US$ 150 milhões em ganhos ilícitos Musk acabou pagando US$ 44 bilhões pelo Twitter em outubro de 2022, e o renomeou como “X” — Foto: Chris J. Ratcliffe/Bloomberg Uma juíza federal dos Estados Unidos aprovou, nesta quarta-feira (8), o acordo da comissão de valores mobiliários americana (SEC) com Elon Musk, sobre a compra de ações do Twitter pelo empresário, apesar de expressar “receios significativos” sobre o acordo e dos “sinais de alerta” levantados pelo negócio. Sparkle Sooknanan, juíza distrital na capital, Washington, D.C., disse que tinha um papel limitado em avaliar se o acordo cumpria os padrões mínimos de justiça e razoabilidade, e que cabia ao público decidir nas urnas se a SEC fez o suficiente para responsabilizar Musk. O acordo exige que um fundo em nome de Musk pague US$ 1,5 milhão para resolver as alegações da SEC de que o empresário demorou 11 dias além do necessário, em março e abril de 2022, para divulgar suas compras iniciais de ações do Twitter. De acordo com a SEC, o atraso na divulgação permitiu que Musk comprasse a preços baixos antes que os investidores percebessem, resultando em US$ 150 milhões em ganhos ilícitos. Musk disse que o atraso foi inadvertido. Ele acabou pagando US$ 44 bilhões pelo Twitter em outubro de 2022, e o renomeou como “X”. A plataforma de mídia social agora faz parte da SpaceX, sua empresa de foguetes e satélites. Musk também lidera a empresa de carros elétricos Tesla.
Justiça dos EUA aprova acordo de Elon Musk sobre compra das ações do Twitter
Atraso na divulgação de informações pelo bilionário permitiu que ele comprasse papéis a preços baixos antes que os investidores percebessem, resultando em US$ 150 milhões em ganhos ilícitos













