Carlos Alberto Freire Neto e mais três colegas estavam em viatura descaracterizada na comunidade do Muquiço, em Guadalupe, quando foram, segundo a Polícia Civil, atacados por traficantes 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Nissan onde estavam os policiais atacados na comunidade do Muquiço — Foto: Marina Calderon / Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 08/07/2026 - 15:40 Policial Civil é morto em confronto com traficantes no RJ Carlos Alberto Freire Neto, policial civil da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense, morreu após ser baleado em confronto com traficantes na comunidade do Muquiço, em Guadalupe. Durante diligências em viatura descaracterizada, os agentes foram atacados por criminosos. A Secretaria de Estado de Polícia Civil lamentou a perda e destacou a mobilização para encontrar os responsáveis. Carlos deixa esposa e dois filhos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Um dos policiais da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) ferido durante confronto nesta quarta-feira, na Avenida Brasil, morreu no hospital. Ele e mais três colegas estavam em viatura descaracterizada realizando diligências na comunidade do Muquiço, em Guadalupe, na Zona Norte, quando foram, segundo a Polícia Civil, atacados por traficantes. Dois deles foram baleados e levados para o Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo. Na unidade, Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, ferido na cabeça, não resistiu aos ferimentos e morreu nesta tarde. Em nota, a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol) lamentou o falecimento do policial, que ingressou na instituição em dezembro de 2023 e, desde maio, estava lotado na DHBF. A pasta afirmou se solidarizar com parentes, amigos e colegas de trabalho de Carlos, que deixa esposa e dois filhos. No início da tarde, a corporação divulgou outra nota, na qual chamou o ataque sofrido pelos policiais de "covarde". Após o crime, uma operação de emergência foi feita na comunidade do Muquiço com a participação de dezenas de agentes, incluindo apoio de dois helicópteros da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core). Como aconteceu o confronto Segundo a Polícia Civil, os quatro agentes faziam uma ação de reconhecimento próximo à entrada da comunidade dos Prédinhos, no Muquiço, quando foram atacados a tiros por traficantes. Eles entraram pela Rua da Jaqueira, mas, na altura de uma praça, tiveram de retornar devido a uma valeta aberta ique impedia a passagem de veículos. Ao manobrarem o Nissan branco descaracterizado em que estavam e seguirem em direção à Avenida Brasil, foram surpreendidos por disparos pelas costas, feitos com pistolas e, provavelmente, um fuzil. Na tentativa de escapar da emboscada, o motorista cruzou a pista lateral da via e só parou ao bater no muro que separa a pista central, no sentido Centro. A perícia encontrou marcas de pelo menos quatro tiros na lateral e na traseira do veículo. O delegado Carlos Oliveira, subsecretário de Planejamento e Integração Operacional da Polícia Civil, afirmou que toda a corporação está mobilizada para localizar os responsáveis. — Toda a polícia vai ficar empenhada nisso até capturar esses bandidos. Eles responderão criminalmente por isso — disse.
Morre policial civil baleado durante confronto com traficantes na Avenida Brasil
Carlos Alberto Freire Neto e mais três colegas estavam em viatura descaracterizada na comunidade do Muquiço, em Guadalupe, quando foram, segundo a Polícia Civil, atacados por traficantes








