Pré-candidato do Novo defendeu beneficiários também devem concluir ensino antes de receber auxílios 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais — Foto: Cristiano Mariz / Agência O Globo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 08/07/2026 - 12:59 Zema propõe exclusão de beneficiários que recusarem empregos e flexibilização da CLT Romeu Zema, pré-candidato do Novo à Presidência, propôs excluir beneficiários de programas sociais que recusarem ofertas de emprego, visando evitar uma "geração de imprestáveis". Ele defende que, enquanto não empregados, devem concluir o ensino básico ou técnico. Em evento da CNC, Zema também sugeriu flexibilizar a CLT e privatizar estatais para investimento em infraestrutura e redução de dívidas. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O pré-candidato à Presidência do Novo, Romeu Zema, defendeu nesta quarta-feira que beneficiários de programas sociais que recusem ofertas de emprego devem ter o auxílio cortado. Segundo Zema, a medida é necessária para que não seja criada uma “geração de imprestáveis”. — Se eu for eleito, beneficiário de programa social que recusar duas, três ofertas de emprego, terá o benefício cortado. Caso contrário, vamos conviver com essa geração de imprestáveis que estamos vendo. Enquanto ele não estiver trabalhando, ele terá que necessariamente concluir o ensino fundamental, médio ou profissionalizante, se não tiver — disse Zema a empresários nesta quarta. Zema participou do evento “Agenda dos Presidenciáveis”, organizado pela CNC nesta quarta. A fala foi aplaudida pelos presentes. Em seu discurso, Zema voltou a defender também uma flexibilização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) entre as medidas necessárias para a economia brasileira. O pré-candidato mineiro também voltou a afirmar que, caso eleito, vai privatizar todas as estatais brasileiras em busca de abater dívidas e investir em infraestrutura. O presidenciável e ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) também compareceu à cerimônia. No final de junho, Zema já havia defendido regras diferentes para homens, como a exigência de estudo e curso técnico, para receber o Bolsa Família. — Viso muito os homens. As mulheres têm outras atribuições em casa, têm filhos, têm uma diferença muito grande com relação aos homens. Os homens hoje são convidados a trabalhar, e as pessoas não vão por um motivo muito simples: elas têm a segurança de receber um benefício — disse.