0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Samir Xaud, presidente da CBF — Foto: Divulgação / CBF O Brasil caiu nas oitavas e, junto com a queda, explodiram especulações de que Samir Xaud também iria para o espaço. Ou seja, seria derrubado pelo mesmo grupo que o colocou na presidência da CBF — ou seja, pela turma que é liderada pelo vice-presidente da agora influente e poderosa Federação matogrossense de Futebol, Francisco Mendes, que vem a ser filho do não menos influente e poderoso Gilmar Mendes. Mas nada deve mudar na entidade. Xaud, de acordo com essas especulações, cairia por causa da campanha pífia da seleção na Copa somada a uma serie de revelações feitas nas ultimas semanas sobre sua conduta como presidente da CBF. Basicamente, são informações de uso irregular de verbas da CBF para pagar faturas que deveriam ser despesas pessoais. Como, por exemplo, a revelação recente feita pelo Lance de que a CBF pagou uma passagem aérea internacional no valor de R$ 83 mil para a irmã de Xaud numa viagem que incluiu a Coreia do Sul e o Japão, nas mesmas datas em que a seleção realizou amistosos nestes países, no ano passado. Internamente, Xaud explicou que ele reembolsaria a CBF. Só que a viagem foi em setembro do ano passado. E o reembolso até dias atrás não havia sido feito. Xaud foi advertido sobre essas derrapagens por esse grupo que, de fato, comanda a CBF. Mas não há intenção de tirá-lo. A avaliação do grupo que manda na CBF é que a entidade precisa neste momento de estabilidade. Por isso, a decisão de manter as coisas como estão. Está marcada uma conversa entre representantes desse grupo com Xaud para os próximos dias, quando todos já estiverem voltado ao Rio de Janeiro. Xaud será cobrado para que se comporte. Em resumo, o presidente da CBF ganhou mais uma chance. Fora de qualquer chance, no entanto, Samir Xaud disputar um novo mandato para o cargo em abril de 2028, data marcada para a próxima eleição da CBF. Para essa eleição, desponta um favorito: o Francisco Mendes, o filho do ministro Gilmar. Francisco é hoje o homem mais poderoso da CBF, mesmo sem ter qualquer cargo executivo na entidade.
O presidente da CBF não vai cair
O presidente da CBF não vai cair
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