Tilly Norwood, a primeira "atriz" criada inteiramente com inteligência artificial (IA), está causando grande alvoroço no mundo do cinema e da televisão. Vários estúdios manifestaram interesse em escalá-la para filmes e séries, confirmando o papel cada vez mais importante que a IA desempenhará na indústria do entretenimento. E sua estreia no cinema já foi confirmada. Em 2025, com a ascensão da inteligência artificial como ferramenta de produção, diversos estúdios começaram a experimentar essa tecnologia para criar roteiros, personagens e até mesmo filmes inteiros. Agora, com Tilly Norwood, o debate sobre o futuro do talento digital se intensifica. Como foi criada Tilly Norwood? Tilly Norwood é o resultado de um projeto ambicioso liderado pela produtora britânica Particle6 Productions, em colaboração com o estúdio Xicoia, especializado na criação de personalidades virtuais. Sua criadora, Eline van der Velden, explicou que o objetivo nunca foi apenas criar um avatar genérico, mas sim dar a ele sua própria identidade: história, estética e personalidade, muito semelhantes ao que define os seres humanos. A atriz digital é alimentada pelo mecanismo de personalidade DeepFame, que lhe permite não apenas ter uma aparência realista, mas também interagir nas redes sociais com um estilo caótico, divertido e glamoroso. Tilly Norwood, a "atriz" gerada por Inteligência Artificial que provocou protestos em Hollywood — Foto: Reprodução Este projeto representa não apenas um avanço tecnológico, mas também um novo modelo de negócio que poderá transformar as regras do cinema e da televisão como as conhecemos. Inteligência artificial está ganhando espaço nos estudos Durante a Cúpula de Zurique, Eline van der Velden apresentou Tilly Norwood e falou sobre o crescente interesse de agentes de talentos em contratá-la. A criadora revelou que houve ceticismo inicial, mas a indústria rapidamente mudou de ideia. — Estivemos em muitas salas de reuniões por volta de fevereiro e todos diziam: "Não, isso não é nada. Não vai acontecer." Então, em maio, as pessoas começaram a dizer: "Precisamos fazer algo com vocês." Quando lançamos a Tilly, as pessoas perguntavam: "O que é isso?" e agora vamos anunciar qual agência a representará nos próximos meses”, observou Van der Velden. Por sua vez, Verena Puhm, diretora do novo Studio Dream Lab LA da Luma AI, afirmou que este ano será crucial para a integração da IA ​​em produções reais e que grandes colaborações com grandes estúdios poderão ser anunciadas em 2026. — Queremos que eles se sintam à vontade durante os testes, os projetos e o trabalho em iniciativas reais… Sinceramente, acho que este ano será interessante. Haverá muitos anúncios no início de 2026 — disse Puhm. Com Tilly Norwood, o cinema e a televisão entram em um novo capítulo, onde as fronteiras entre o real e o virtual se tornam cada vez mais tênues em meio a uma indústria do entretenimento cada vez mais competitiva. Saiba como é a imagem de um orgasmo, segundo a inteligência artificial 1 de 4 Cientistas adotaram uma nova abordagem para visualizar o orgasmo: agora, com a ajuda da inteligência artificial (IA) — Foto: Divulgação 2 de 4 A equipe da empresa britânica LoveHoney utilizou monitores cardíacos para registrar dez voluntários enquanto atingiam o ápice do prazer sexual, e depois recorreram à tecnologia para transformar os dados obtidos em imagens — Foto: Divulgação X de 4 Publicidade 4 fotos 3 de 4 Para criar as imagens, a equipe recrutou dez voluntários anônimos, sendo cinco mulheres e cinco homens — Foto: Divulgação 4 de 4 Como resultado, as ilustrações mostraram os orgasmos masculinos em um roxo escuro, enquanto os femininos são expostos em rosa brilhante — Foto: Divulgação X de 4 Publicidade Com monitores cardíacos, dez voluntários foram recrutados para fornecer os registros do ápice do prazer sexual