Autora de 18 anos teve conta suspensa oito meses antes do crime. empresa afirma que não informou a polícia porque nada indicava um ataque iminente 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Escola Secundária Tumbler Ridge — Foto: Reprodução RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 07/07/2026 - 17:23 Colúmbia Britânica processa OpenAI após ataque em escola com uso do ChatGPT A província canadense da Colúmbia Britânica está preparando uma ação legal contra a OpenAI após um ataque a tiros em uma escola em Tumbler Ridge, onde uma jovem de 18 anos usou o ChatGPT para realizar "solicitações violentas". O ataque resultou em seis mortos e mais de 20 feridos. A OpenAI havia suspendido a conta da atiradora oito meses antes, mas não alertou a polícia por falta de indícios de um ataque iminente. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A província canadense da Colúmbia Britânica disse nesta terça-feira (7) que prepara uma ação contra a OpenAI por falhas da empresa em denunciar atividades violentas no ChatGPT da autora de um ataque a tiros em uma escola. A atiradora deixou mais de 20 feridos e assassinou seis pessoas que estavam na unidade de educação em Tumbler Ridge, uma cidade com cerca de 2,4 mil habitantes. O ataque aconteceu em fevereiro deste ano. "A província está preparando medidas legais para responsabilizar a empresa de inteligência artificial OpenAI e seus tomadores de decisão por não notificarem as forças de segurança sobre as solicitações violentas feitas em sua plataforma ChatGPT pelo autor antes da tragédia em Tumbler Ridge", disse a jornalistas a procuradora-geral da província, Niki Sharma. Jesse Van Rootselaar, uma mulher trans de 18 anos, matou oito pessoas no pequeno povoado minerador de Tumbler Ridge, na província da Colúmbia Britânica. A OpenAI havia suspendido uma conta vinculada a ela em junho de 2025, oito meses antes do ataque a tiros. A conta foi bloqueada por preocupações relacionadas a uso vinculado a atividades violentas, mas a OpenAI afirmou que não informou a polícia porque nada indicava um ataque iminente. No dia do crime, 10 de fevereiro, Jesse assassinou a mãe e o meio-irmão dela, de 11 anos, em casa. Na época, a polícia afirmou que o duplo homicídio aconteceu antes do ataque na escola. Os dois corpos foram encontrados por uma pessoa da família, que entrou em contato com a polícia, como relatou a BBC na época. No início da tarde daquele dia, a polícia recebeu uma denúncia de um atirador na cidade. Na escola, um alarme foi emitido para que alunos e professores permanecessem onde estavam, mantendo as portas fechadas. O principal ponto de ataque foi a biblioteca. Ao todo, uma professora e cinco estudantes, com idades entre 12 e 13 anos, foram mortos por Jesse. O corpo da atiradora foi encontrado na escola, e foi apontado que ela tirou a própria vida. Comportamento on-line levou à prisão A ação ocorreu em cumprimento a mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão na localidade de Farturinha, zona rural do município, em 19 de junho. À polícia, o homem negou qualquer intenção de matar a criança. Segundo os investigadores, a OpenAI — empresa responsável pelo ChatGPT — relatou ao FBI o conteúdo das conversas do brasileiro de 36 anos com a inteligência artificial. Por cooperação internacional, o Ministério da Justiça do Brasil foi informado e repassou o alerta para a Polícia Civil capixaba. O nome do acusado não foi divulgado.
Província do Canadá prepara ação contra OpenAI por ataque a tiros em escola; atiradora usou ChatGPT para 'solicitações violentas'
Autora de 18 anos teve conta suspensa oito meses antes do crime. empresa afirma que não informou a polícia porque nada indicava um ataque iminente











