"Tentei. Agora, acabou", afirmou Neymar, no domingo (5), ainda no gramado do MetLife Stadium, após a derrota por 2 a 1 do Brasil para a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo. "Comecei aqui, fechei aqui", disse, lembrando que sua caminhada em verde e amarelo teve início na própria arena de Nova Jersey, em 2010, com uma vitória por 2 a 0 em amistoso contra os Estados Unidos.
De lá para cá, o paulista de Mogi das Cruzes se tornou a cara do time nacional. Foram 16 anos de muitas bolas na rede, algumas glórias e uma porção de frustrações. Entre o primeiro e o 80º gol, conquistou um título, o da Copa das Confederações de 2013, além de ter ganhado a medalha de ouro nos Jogos Olímpicos de 2016, como reforço da equipe sub-23.
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Agora, a seleção inicia uma nova era. Despede-se o craque de 34 anos, cujas condições físicas, frágeis, não permitem cogitar sua presença no Mundial de 2030. E o técnico Carlo Ancelotti tem a chance, enfim, de construir um grupo sem o espectro do veterano.













