Presidente americano disse que lance que resultou no cartão vermelho de Folarin Balogun foi um choque entre dois atletas e levantou dúvidas sobre imparcialidade do árbitro que marcou a falta O presidente dos EUA, Donald Trump, exibe um cartão vermelho durante reunião com o presidente da FIFA, Gianni Infantino, no Salão Oval da Casa Branca, em Washington, EUA, em 28 de agosto de 2018 — Foto: REUTERS/Leah Millis/Foto de Arquivo O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a jornalistas que conversou com o presidente da Fifa, Gianni Infantino, para pedir que a entidade revisasse o cartão vermelho imposto ao atacante da seleção americana, Folarin Balogun, na véspera do jogo contra a Bélgica, que será realizado nesta segunda-feira para decidir uma vaga nas quartas de final. Trump disse que o lance que resultou no cartão vermelho de Balogun foi simplesmente um choque entre dois atletas e levantou dúvidas sobre a imparcialidade do árbitro que marcou a falta. "Eu vi o lance, e sou uma pessoa que adora esportes... Aquilo não foi falta. Nem sequer foi uma infração...", alegou. "Esse árbitro, que é um pouco suspeito, se você olhar o histórico dele, tomou uma decisão em que ninguém conseguiu acreditar...", disse em referência ao árbitro brasileiro Raphael Claus, que atuou na partida dos EUA contra a seleção da Bósnia e Herzegovina. "Ele é o nosso melhor jogador, ou um dos nossos melhores jogadores. E recebeu um cartão vermelho. Eu nem sabia exatamente o que aquilo significava...", prosseguiu. De acordo com o presidente americano, a Fifa tomou uma "decisão realmente brilhante" ao suspender o cartão vermelho. "Acho que a decisão do árbitro foi horrível", afirmou. Trump disse que apenas pediu uma revisão e negou ter determinado o que a federação deveria fazer. "Não disse a eles o que fazer. Não posso dizer a eles o que fazer", afirmou. A medida inédita colocou o processo disciplinar da Fifa sob os holofotes globais e provocou uma reação irritada da Bélgica. Segundo a Federação Real Belga de Futebol (RBFA), a Fifa rejeitou a carta da Bélgica solicitando uma cópia da decisão que tornou Balogun elegível para o confronto entre as seleções dos dois países nas oitavas de final da Copa do Mundo nesta segunda-feira, após considerá-la um recurso inadmissível. A RBFA afirmou que teve “apenas algumas horas” para agir, sem que nenhuma informação tivesse sido fornecida pela Fifa. “Para que um recurso seja admissível, os próprios regulamentos da Fifa estabelecem que a decisão fundamentada deve ter sido comunicada previamente ao recorrente”, escreveu a federação belga em comunicado. “Enquanto a RBFA buscava apenas explicações legítimas, a própria Fifa criou um recurso e imediatamente garantiu que ele fosse declarado inadmissível”. [...] “Tudo isso ocorreu enquanto a Fifa, simultaneamente, se recusava a responder aos pedidos legítimos da RBFA”, acrescentou. A RBFA afirmou ainda que contestará a condição de Balogun para atuar na partida, alegando que a Fifa retirou da apresentação da reunião técnica pré-jogo a seção que previa a suspensão automática de jogadores expulsos e nunca explicou essa mudança, apesar de repetidos questionamentos verbais e por escrito.
Trump confirma que pediu à Fifa para revisar expulsão de jogador dos EUA
Presidente americano disse que lance que resultou no cartão vermelho de Folarin Balogun foi um choque entre dois atletas e levantou dúvidas sobre imparcialidade do árbitro que marcou a falta











