Com Martinelli como provável substituto de Paquetá e Ryerson ainda como dúvida do lado norueguês, análise avalia os titulares por Copa, temporada e carreira 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Brasil x Noruega: cara a cara — Foto: Editoria de Arte RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 05/07/2026 - 14:02 Brasil e Noruega: Análise dos Confrontos nas Quartas da Copa O artigo faz uma comparação detalhada entre os jogadores de Brasil e Noruega antes do confronto pelas quartas de final da Copa do Mundo. Com a provável entrada de Gabriel Martinelli no lugar de Paquetá, o Brasil enfrenta a Noruega, que tem Ryerson como dúvida. A análise, baseada em desempenho na Copa, temporada e carreira, favorece o Brasil em sete dos 11 duelos, destacando a força defensiva e a habilidade de Vini Jr. e Bruno Guimarães. A Noruega, por sua vez, se destaca com Haaland e Odegaard, mostrando que, apesar da superioridade brasileira no conjunto, os noruegueses possuem talentos individuais decisivos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Brasil e Noruega se enfrentam neste domingo, às 17h, no New York New Jersey Stadium, por uma vaga nas quartas de final da Copa do Mundo. A seleção chega embalada pela virada sobre o Japão, mas com uma mudança importante no time: Lucas Paquetá está fora por lesão muscular na coxa esquerda, e Gabriel Martinelli treinou como titular nos últimos dias. Raphinha voltou a treinar, mas deve começar no banco. Do lado norueguês, o principal ponto de atenção está na lateral direita. Julian Ryerson voltou aos treinos, mas ainda é dúvida por causa de uma lesão na coxa. Como o duelo com Danilo é um dos destaques pedidos para a comparação, ele entra no cara a cara como referência da posição, com a ressalva de que Marcus Pedersen ou Fredrik Aursnes podem começar a partida. O GLOBO comparou os 11 prováveis titulares por função. Cada duelo considera três critérios: desempenho nesta Copa, rendimento na temporada 2025/26 e peso da carreira. Goleiros: Alisson (Liverpool) x Orjan Nyland (Sevilla) Nyland fez uma boa Copa e foi importante na vitória por 2 a 1 sobre a Costa do Marfim, mas a comparação ainda favorece Alisson com clareza. O brasileiro sofreu apenas dois gols no torneio, passou segurança nos momentos de pressão e atua em patamar superior por clube. Na carreira, a distância aumenta: Alisson foi campeão da Champions e da Premier League pelo Liverpool e segue como um dos goleiros mais respeitados do futebol mundial. Nesta Copa: AlissonNa última temporada: AlissonNa carreira: AlissonPlacar: Alisson 3 x 0 Orjan Nyland Laterais-direitos: Danilo (Flamengo) x Julian Ryerson (Borussia Dortmund) Ryerson é dúvida, mas entra na comparação como o lateral-direito titular da Noruega. Na Copa, Danilo leva vantagem por ter participado mais e por ser peça importante da estrutura defensiva brasileira, embora tenha cometido erro no gol do Japão. Na temporada, o ponto é norueguês: Ryerson teve mais continuidade em alto nível, enquanto Danilo chegou ao Mundial como reserva no Flamengo. A carreira, porém, pesa muito para o brasileiro, multicampeão por Porto, Real Madrid, Manchester City, Juventus, Flamengo e Seleção. Nesta Copa: DaniloNa última temporada: Julian RyersonNa carreira: DaniloPlacar: Danilo 2 x 1 Julian Ryerson Zagueiros: Marquinhos (Paris Saint-Germain) x Kristoffer Ajer (Brentford) Ajer é forte pelo alto, tem experiência de Premier League e será importante para tentar conter Matheus Cunha e Vini Jr. Ainda assim, Marquinhos está acima nos três critérios. O brasileiro lidera uma defesa menos vazada, tem mais protagonismo por clube e construiu uma carreira muito mais vitoriosa, com títulos, decisões europeias e uma década de presença em alto nível pela seleção. Nesta Copa: MarquinhosNa última temporada: MarquinhosNa carreira: MarquinhosPlacar: Marquinhos 3 x 0 Kristoffer Ajer Zagueiros: Gabriel Magalhães (Arsenal) x Torbjorn Heggem (Bologna) Heggem cresceu durante a Copa e ajudou a Noruega a resistir à pressão da Costa do Marfim no mata-mata anterior. Gabriel, porém, tem sido mais sólido no conjunto do torneio e ainda participou diretamente da reação brasileira contra o Japão, com o cruzamento para o gol de Casemiro. A temporada também favorece o brasileiro, titular de um Arsenal competitivo no mais alto nível, e a carreira já o coloca em vantagem sobre um rival ainda em processo de afirmação internacional. Nesta Copa: Gabriel MagalhãesNa última temporada: Gabriel MagalhãesNa carreira: Gabriel MagalhãesPlacar: Gabriel Magalhães 3 x 0 Torbjorn Heggem Laterais-esquerdos: Douglas Santos (Zenit) x David Moller Wolfe (Wolverhampton) Douglas Santos dá ao Brasil um equilíbrio importante pelo lado esquerdo, especialmente porque Vini Jr. joga à frente dele e exige cobertura constante. Wolfe tem mais força de temporada por atuar em uma liga mais exigente e oferece velocidade no apoio, mas sofreu defensivamente em alguns momentos da Copa. No conjunto, o brasileiro leva o desempenho no Mundial e a carreira, sustentada por títulos e regularidade no Zenit. Nesta Copa: Douglas SantosNa última temporada: David Moller WolfeNa carreira: Douglas SantosPlacar: Douglas Santos 2 x 1 David Moller Wolfe Volantes: Casemiro (Manchester United) x Patrick Berg (Bodo/Glimt) Casemiro foi decisivo contra o Japão, marcou o gol que iniciou a virada brasileira e ainda oferece presença de área, liderança e leitura defensiva. Patrick Berg, no entanto, chega em melhor momento: foi regular durante a Copa, participou do gol decisivo de Haaland contra a Costa do Marfim e teve temporada de protagonismo pelo Bodo/Glimt. Casemiro salva a comparação na carreira, onde a coleção de Champions e anos entre os melhores volantes do mundo ainda fala muito alto. Nesta Copa: Patrick BergNa última temporada: Patrick BergNa carreira: CasemiroPlacar: Casemiro 1 x 2 Patrick Berg Meias centrais: Bruno Guimarães (Newcastle) x Sander Berge (Fulham) Bruno Guimarães tem sido um dos motores do Brasil na Copa. Participa da construção, acelera por dentro e apareceu em momentos decisivos, inclusive na jogada da virada contra o Japão. Berge é forte, disciplinado e útil para sustentar o meio-campo norueguês, mas influencia menos perto da área. A temporada e a carreira também favorecem Bruno, mais protagonista por clube e com papel maior na Seleção. Nesta Copa: Bruno GuimarãesNa última temporada: Bruno GuimarãesNa carreira: Bruno GuimarãesPlacar: Bruno Guimarães 3 x 0 Sander Berge Meias ofensivos: Gabriel Martinelli (Arsenal) x Martin Odegaard (Arsenal) O duelo reúne dois companheiros de Arsenal em funções diferentes. Martinelli deve substituir Paquetá e chega valorizado pelo gol decisivo contra o Japão, mas ainda não teve sequência como titular nesta Copa. Odegaard é o cérebro da Noruega, soma participações diretas em gols, organiza o ritmo da equipe e tem sido o principal responsável por aproximar o meio-campo de Haaland. Também foi mais influente na temporada e construiu uma carreira de maior peso como capitão e referência técnica. Nesta Copa: Martin OdegaardNa última temporada: Martin OdegaardNa carreira: Martin OdegaardPlacar: Gabriel Martinelli 0 x 3 Martin Odegaard Atacantes pela direita: Rayan (Bournemouth) x Alexander Sorloth (Atlético de Madrid) Rayan dá ao Brasil velocidade, profundidade e capacidade de atacar no um contra um. Ainda falta transformar essa participação em mais gols e assistências, mas sua Copa tem sido útil para abrir o campo e empurrar os adversários para trás. Sorloth é menos vistoso, porém mais consolidado. A temporada e a carreira favorecem o norueguês, que tem trajetória de artilheiro em diferentes ligas europeias e oferece presença física ao lado de Haaland. Nesta Copa: RayanNa última temporada: Alexander SorlothNa carreira: Alexander SorlothPlacar: Rayan 1 x 2 Alexander Sorloth Pontas-esquerdas: Vini Jr. (Real Madrid) x Antonio Nusa (RB Leipzig) Nusa chega em alta depois de marcar um golaço contra a Costa do Marfim e pode ser um problema para Danilo ou para quem proteger o lado direito brasileiro. Ainda assim, Vini Jr. vence os três critérios. O brasileiro marcou quatro gols na fase de grupos, foi a principal ameaça do Brasil também contra o Japão e entra no mata-mata como o jogador mais decisivo da Seleção. Na temporada e na carreira, o protagonismo no Real Madrid e em decisões de Champions o colocam em outro patamar. Nesta Copa: Vini Jr.Na última temporada: Vini Jr.Na carreira: Vini Jr.Placar: Vini Jr. 3 x 0 Antonio Nusa Referências do ataque: Matheus Cunha (Manchester United) x Erling Haaland (Manchester City) Matheus Cunha tem sido importante para o funcionamento do ataque brasileiro, com mobilidade, associações fora da área e gols no torneio. Mas o confronto individual é o mais duro para o Brasil. Haaland marcou cinco vezes em quatro jogos, decidiu contra a Costa do Marfim e é o jogador que mais muda a maneira como a defesa adversária precisa se comportar. Na temporada e na carreira, o norueguês também leva vantagem clara, por números, títulos e impacto no Manchester City. Nesta Copa: Erling HaalandNa última temporada: Erling HaalandNa carreira: Erling HaalandPlacar: Matheus Cunha 0 x 3 Erling Haaland Placar final: Brasil 7 x 4 Noruega O Brasil vence sete dos 11 confrontos. A vantagem está no gol, na defesa, em Bruno Guimarães, em Vini Jr. e na experiência de Danilo na lateral direita. É uma Seleção mais distribuída, com jogadores de elite em mais setores e maior repertório para controlar diferentes momentos da partida. A Noruega leva quatro duelos, mas todos em zonas importantes: Patrick Berg no equilíbrio do meio, Odegaard na criação, Sorloth no peso ofensivo e Haaland na referência do ataque. A diferença histórica entre as camisas é grande, mas o cara a cara mostra por que a eliminatória exige cuidado: o Brasil tem mais time; a Noruega tem algumas das melhores armas individuais do jogo.
Cara a cara de Brasil x Noruega: compare jogador por jogador, na Copa, temporada e carreira
Com Martinelli como provável substituto de Paquetá e Ryerson ainda como dúvida do lado norueguês, análise avalia os titulares por Copa, temporada e carreira








