O aparelho celular do tenente Ronickson Pimentel dos Santos, 39, baleado na cabeça no sábado (27) ao parar com sua motocicleta em um semáforo em São Caetano do Sul, no ABC paulista, ainda não chegou às mãos dos responsáveis pela investigação.
A reportagem apurou que, até a tarde desta sexta-feira (3), agentes do DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa) da Polícia Civil não tinham conhecimento sobre o paradeiro do aparelho, considerado peça fundamental na tentativa de esclarecer o ataque contra o tenente.
Após ser baleado, o policial permaneceu caído no asfalto da avenida Goiás, a principal da cidade. Depois de estabilizado no solo foi transportado pelo helicóptero Águia até o Hospital Estadual Mário Covas, em Santo André, onde segue internado.A Polícia Civil afirma ter identificado o suspeito de ter atirado contra o policial. Conhecido pelo apelido de Golias, ele teve a prisão temporária decretada pela Justiça.
Para a investigação, era ele que estava como passageiro de uma motocicleta que emparelhou com a do tenente no momento do crime; em seguida, os dois ocupantes fugiram. Golias é procurado pelas polícias Civil e Militar.
Outros dois homens estão presos por suspeita de envolvimento indireto no crime. Como a Folha mostrou três homens foram mortos em ações da Rota durante as buscas pelos suspeitos do crime. As ações tiveram início após denúncias anônimas.








