Atacante do Manchester United participou de coletiva antes do duelo das oitavas ao lado do companheiro Douglas Santos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Comemoração de gol de Matheus Cunha no jogo do Brasil contra o Haiti na Copa do Mundo — Foto: Dan Mullan / Getty Images via AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 03/07/2026 - 16:08 Matheus Cunha destaca desafio do Brasil contra europeus na Copa Antes do confronto com a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo, Matheus Cunha, atacante do Manchester United, falou sobre a necessidade do Brasil de superar seu histórico negativo contra europeus em jogos eliminatórios. Ele destacou a motivação em "sumir com esse fantasma" e a responsabilidade de ganhar o Mundial. Cunha também comentou sobre a força do ataque norueguês liderado por Haaland e a importância da coletividade em campo, além de abordar a ausência de Paquetá por lesão. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O Brasil enfrenta a Noruega neste domingo de olho numa vaga nas quartas de final da Copa do Mundo. Antes do confronto, o atacante Matheus Cunha destacou a maior motivação da seleção para a partida: superar o retrospecto ruim diante de europeus em mata-mata de Copas. A última seleção do velho continente que o Brasil bateu numa fase eliminatória em Mundiais foi a Alemanha, na final de 2002 — Tem que fazer o possível para sumir com esse fantasma. Pra ganhar uma Copa tem que passar por essa dificuldade e espero que dessa vez seja diferente — afirmou o jogador. Sobre pressão e conquista de títulos, ele completou dizendo que esta seleção que "marcar o coração dos brasileiros" — A responsabilidade do brasileiro é ganhar a Copa do Mundo, por toda a história. Não vejo como querer ser maior que os nossos ídolos. Queremos marcar os corações dos brasileiros como eles marcaram os nossos. Ninguém faz essa comparação interna. Queremos dar orgulho para o povo, com mais uma estrela — disse. Cometa Haaland Acostumado com a Premier League, o atacante do Manchester United não se esquivou e falou do rival do City e, também, deste domingo. — Ataque deles é muito forte. Temos que estar focados não só nele — alertou. — Haaland é um grande jogador e já mostrou em todos os momentos. Contra ele joguei na Alemanha e na Inglaterra. Relacionamento é saudável — comentou. O brasileiro ressaltou, no entanto, que o grandalhão não joga sozinho. Posicionamento O atacante já desempenhou diferentes funções em campo sob o comando de Ancelotti. Perguntado sobre o encaixe nele no esquema, ele ressaltou a coletividade e funcionamento conjunto. — Tenho funções importantes até pra potencializar os companheiros. Se todo mundo for protagonista o tempo todo, como nos clubes, vai faltar o principal. Feliz de demonstrar com gols. Mas também com outras funções importantes na equipe — disse. Lesão de Paquetá Sobre Paquetá, que se machucou na última partida e será desfalque na competição até uma possível final, o atacante disse que há boas opções para suprir a ausência, mesmo que não desempenhem as mesmas funções. — Depende do plano do treinador. Pra gente é importante repetir certas coisas, demonstrando que dá certo. Vamos sentir falta do Paquetá por isso. Mas depende. Martinelli é quase um atacante. Danilo dá mais sustentação. Quem for precisa nos ajudar muito e ter esse entrosamento com todos — afirmou.
Antes do confronto diante da Noruega, Matheus Cunha comenta retrospecto brasileiro diante de europeus: 'fazer o possível para sumir com esse fantasma'
Atacante do Manchester United participou de coletiva antes do duelo das oitavas ao lado do companheiro Douglas Santos








