Datas religiosas, repetições improváveis e gols sofridos no mesmo minuto alimentam o lado místico do Mundial de 2026 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Lukaku comemora gol contra Senegal, Rayan celebra vitória do Brasil e Kluivert em jogo da Copa — Foto: Emilee Chinn / Getty Images via AFP e JUAN MABROMATA / AFP e Alex Slitz / Getty Images via AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 02/07/2026 - 21:43 Coincidências e Superstições Marcam Copa do Mundo de 2026 A Copa do Mundo de 2026 está repleta de coincidências e superstições que alimentam o lado místico do torneio. A seleção brasileira joga em datas associadas a santos católicos, enquanto a "maldição dos 86 minutos" eliminou três seleções africanas no mesmo instante. A família Kluivert reviveu um pênalti perdido 26 anos depois. O economista Joachim Klement, famoso por prever campeões anteriores, errou suas apostas para 2026. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A Copa do Mundo sempre foi cercada por histórias que vão além do futebol. Além dos gols, títulos e grandes atuações, coincidências, superstições e acontecimentos improváveis costumam alimentar o imaginário de torcedores. Na edição de 2026, não tem sido diferente. Ao longo do torneio, imprensa e fãs têm apontado uma série de fatos curiosos que chamam a atenção e reforçam o lado místico do Mundial. Um dos casos envolve a seleção brasileira, que tem disputado suas partidas em datas ligadas a santos da Igreja Católica. Outro reúne três eliminações de seleções africanas com gols importantes exatamente no mesmo minuto das partidas desta segunda fase. Há ainda uma impressionante repetição na história da família Kluivert, com pai e filho desperdiçando pênaltis praticamente idênticos, separados por 26 anos. Jogos do Brasil em dias de santos Desde o início da Copa, os compromissos da seleção brasileira coincidiram com datas dedicadas a santos católicos bastante celebrados no país. A estreia aconteceu no dia de Santo Antônio, o santo casamenteiro. Já o segundo compromisso, contra o Haiti, aconteceu no dia 19 de junho, quando se celebra São Romualdo e Santa Juliana Falconieri, dois santos italianos, compatriotas do técnico Carlo Ancelotti. Na penúltima quarta-feira, 24, foi o dia de São João Batista, data que movimenta festas pelo Brasil, especialmente no Nordeste. Foi o mesmo dia que o Brasil venceu da Escócia, por 3 a 0. O duelo da segunda fase contra o Japão também foi marcado para um dia dedicado a um santo, dia 29 de junho, dia de São Pedro e São Paulo. A sequência despertou curiosidade entre torcedores, especialmente porque o Brasil avançou na competição mantendo viva a coincidência religiosa. Nas redes sociais, muitos passaram a brincar que o calendário do Mundial parece "abençoado" para a equipe brasileira. Para os supersticiosos, o jogo contra a Noruega, pelas oitavas de final, será disputado no próximo domingo, dia 5 de julho, Dia de Santo Antônio Maria Zacaria. Será que ele dará sorte ao Brasil? Neymar após a partida do Brasil contra a Escócia, na última quarta-feira (24) — Foto: PATRICIA DE MELO MOREIRA / AFP A 'maldição dos 86 minutos' Outra coincidência chamou atenção nos primeiros jogos da segunda fase. Três seleções africanas acabaram eliminadas após sofrerem gols exatamente aos 86 minutos de jogo. Costa do Marfim, Senegal e República Democrática do Congo viram suas campanhas terminarem depois de serem vazadas no mesmo minuto, um fato improvável que rapidamente ganhou o apelido de "maldição dos 86 minutos" entre torcedores e nas redes sociais. A repetição ajudou a alimentar teorias e brincadeiras sobre coincidências que costumam surgir em grandes competições. Harry Kane comemora seu segundo gol pela Inglaterra contra RD Congo na Copa do Mundo — Foto: Odd ANDERSEN / AFP O pênalti que atravessou gerações na família Kluivert Outra história curiosa envolveu a Holanda e a família Kluivert. No primeiro jogo de mata-mata contra o Marrocos, Justin Kluivert desperdiçou um pênalti ao acertar a trave, em um lance que imediatamente lembrou o ocorrido com seu pai, Patrick Kluivert. A coincidência impressionou porque, exatamente 26 anos antes, no mesmo 29 de junho, quando Patrick também havia cobrado um pênalti de forma praticamente idêntica, acertando a trave em um lance muito semelhante, em partida da Holanda contra a Itália, na Eurocopa do ano 2000. As imagens dos dois momentos passaram a circular lado a lado nas redes sociais, alimentando comparações e reforçando a fama de que as Copas do Mundo sempre reservam coincidências difíceis de explicar. Falha do guru Por outro lado, nem toda mística foi confirmada. O economista alemão Joachim Klement, que ganhou fama por afirmar ter acertado os campeões das Copas de 2014, 2018 e 2022 com um modelo estatístico, viu suas principais previsões para o Mundial de 2026 ruírem em menos de dois dias. O primeiro grande erro foi apontar a eliminação do Brasil diante do Japão no primeiro jogo dos dois times na segunda fase. A seleção de Carlo Ancelotti contrariou o algoritmo, venceu os japoneses por 2 a 1 de virada e avançou na competição. Poucas horas depois, o modelo perdeu de vez sua principal aposta. Klement previa que a Holanda seria a campeã da Copa, derrotando Portugal na decisão após eliminar Espanha e França no mata-mata. No entanto, os holandeses foram eliminados por Marrocos nos pênaltis ainda no primeiro jogo da segunda fase, fazendo desmoronar toda a projeção do economista para a reta decisiva do torneio. Mesmo que tivesse passado, a Holanda não poderia enfrentar Portugal numa eventual final, já que as duas seleção ficaram no mesmo lado da chave. Economista alemão Joachim Klement, conhecido como 'Guru das Copas — Foto: Divulgação
De dias de santos a minutos malditos: Veja as coincidências que marcam a Copa do Mundo até agora
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