Brittany Clark, de 31 anos, sofreu ferimentos fatais após ser atacada pelo animal enquanto nadava em um rio; família já enfrentava outro luto dias antes da tragédia 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Vítima de 31 anos foi atacada enquanto nadava em um rio com águas rasas — Foto: Redes Sociais RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 02/07/2026 - 05:57 Mulher de 31 anos é morta por jacaré de 3,6 metros na Flórida Brittany Clark, de 31 anos, morreu após ser atacada por um jacaré de 3,6 metros na Flórida enquanto nadava no rio Econlockhatchee. O pai, Robert Clark, recebeu uma ligação angustiante da colega de quarto da filha durante o ataque, enquanto tentavam salvá-la. A tragédia ocorreu poucos dias após a morte da avó de Brittany, agravando a dor da família. O caso é parte de uma série de ataques de jacarés na região. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO O pai de Brittany Clark, de 31 anos, relembrou os momentos de desespero vividos enquanto a filha lutava pela vida após ser atacada por um jacaré de cerca de 3,6 metros no rio Econlockhatchee, na Flórida, Estados Unidos, neste domingo (28). Em entrevista ao New York Post, Robert Clark contou que recebeu uma ligação da colega de quarto da filha enquanto o resgate ainda estava em andamento e que acompanhou, à distância, a tentativa de mantê-la viva. Família enfrentava duas perdas em poucos dias Segundo Robert, a ligação foi feita por Jayden Hernandez, colega de quarto de Brittany, logo após o ataque. — Recebi uma ligação no domingo da colega de quarto de Brittany, Jayden, e ela estava me explicando tudo enquanto acontecia. Eles estavam tentando mantê-la viva e aguardando a chegada das autoridades. O pai afirmou ainda que a família já estava abalada pela morte de Barbara, mãe dele e avó de Brittany, aos 80 anos, ocorrida poucos dias antes da tragédia. "Estamos tentando processar tudo isso", disse ao jornal americano. Brittany nadava com o namorado, Chance Allison, e Hernandez quando foi surpreendida pelo jacaré. De acordo com o relatório do médico-legista, o animal a agarrou por um dos braços e iniciou o chamado "giro da morte", comportamento utilizado por jacarés para imobilizar e afogar suas presas. Chance tentou arrancá-la da boca do animal e chegou a iniciar manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) após conseguir levá-la até a margem, mas ela morreu posteriormente no hospital em consequência da grande perda de sangue. Em uma publicação no Facebook, Jayden Hernandez revelou que o grupo chegou a comentar, minutos antes do ataque, sobre a possibilidade de haver um jacaré na água turva. "Havia bolhas de ar dentro do pequeno triângulo que formávamos na água, e eu comentei que poderia ser um jacaré sorrateiro. Chance nadou até o local para mostrar que não havia nada ali. E, apenas alguns minutos depois, minha melhor amiga foi atacada". O caso ocorreu em meio a uma sequência de incidentes envolvendo jacarés no centro da Flórida. Segundo a emissora WESH, um menino foi mordido na mão enquanto pescava com o pai cerca de 24 horas antes do ataque fatal. Dados da Comissão de Conservação de Peixes e Vida Selvagem da Flórida (FWC) indicam que o estado contabiliza mais de 450 ataques de jacarés desde 1948, dos quais 30 foram fatais.