PUBLICIDADE Projeto Kurumary, do Instituto Brasileiro de Biodiversidade, oferece seis meses de atividades artísticas e ambientais para crianças, jovens e adultos 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Participantes durante oficina de integração comunitária do Projeto Kurumary — Foto: Divulgação RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 29/06/2026 - 20:05 Projeto Kurumary oferece oficinas gratuitas de arte e meio ambiente no Rio O Projeto Kurumary, do Instituto Brasileiro de Biodiversidade, está com inscrições abertas para oficinas gratuitas de música, dança e educação ambiental em Grumari, Rio de Janeiro, com mais de 300 vagas. As atividades, que incluem aulas de flauta, canto, dança e acrobacia, são voltadas para crianças, jovens e adultos, e acontecem durante seis meses. A iniciativa busca integrar arte e conservação ambiental, enfrentando desafios como o acesso da comunidade local. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Moradores de Grumari e regiões próximas já podem se inscrever nas oficinas gratuitas do Projeto Kurumary, iniciativa do Instituto Brasileiro de Biodiversidade (BrBio) que reúne atividades artísticas e educação ambiental voltadas a crianças, jovens e adultos. Realizado na sede do Parque Natural Municipal de Grumari, o projeto prevê seis meses de programação e deve beneficiar mais de 300 participantes. As incrições podem ser feitas nos canais de comunicação do BrBio. A proposta oferece oficinas de música, com aulas de flauta doce, flauta transversa, canto e violão, além de dança, acrobacia-circo, artes visuais e atividades ligadas à cultura oceânica e ao monitoramento ambiental. Abertas a participantes a partir de 10 anos, as aulas são às quartas e sextas-feiras, nos turnos da manhã e da tarde. De acordo com a bióloga marinha Simone Oigman Pszczol, presidente do BrBio, o projeto surgiu a partir da aproximação entre experiências anteriores do instituto em educação ambiental e propostas artísticas voltadas aos ecossistemas costeiros. — A gente tem no DNA do BrBio a ciência, a educação, o oceano e a cultura. Quando surgiu a oportunidade de desenvolver um projeto nesse território, vimos ali não só a importância da natureza, mas também o potencial das artes como ferramentas para aproximar a comunidade desse espaço — diz. A ideia é que arte e educação ambiental caminhem juntas como instrumentos de sensibilização. Para a coordenadora de projetos do BrBio, Elianne Omena, a proposta parte do entendimento de que experiências artísticas podem despertar novas formas de olhar para o meio ambiente. — A arte comove, desperta atenção e cria outras sensibilidades. Entendemos a música, a dança, o canto e o aprendizado artístico como formas de conexão com a natureza — explica. As oficinas ambientais incluem atividades práticas de observação do território e temas ligados à conservação costeira. Entre os conteúdos previstos estão cultura oceânica, mapeamento ambiental e experiências de monitoramento participativo, incluindo o uso de tecnologias para leitura da paisagem. Além da formação, o projeto busca enfrentar um desafio recorrente na região: o acesso. As coordenadoras destacaram que a mobilidade continua sendo uma barreira para parte dos moradores alcançarem equipamentos culturais e ambientais em Grumari. Segundo elas, embora existam iniciativas para facilitar a chegada dos participantes, o deslocamento ainda aparece como um dos principais obstáculos para ampliar o alcance das atividades. A expectativa da equipe é que o projeto deixe impactos que ultrapassem o período das oficinas. — Se conseguirmos despertar o interesse pela música, pelo oceano e pela preservação ambiental, esse já será um primeiro grande resultado — afirma Simone.