Cruz-maltino vive grande indefinição administrativa em meio a seguidas decisões judiciais 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Arquibancada de São Januário — Foto: Reprodução Em meio a uma grande indefinição quanto ao seu futuro, o Vasco da Gama perdeu, nesta quarta-feira, dois dos escritórios que o representavam no processo de recuperação judicial que tramita na Justiça do Rio de Janeiro. Em e-mails enviados ao presidente do clube social, o ex-jogador Pedrinho, e à direção da SAF do Vasco, cuja administração está sob escrutínio judicial, os escritórios Bumachar Advogados e Coelho, Murgel, Atherino Advogados abriram mão da representação. Nos comunicados, ambos afirmam que o clube não apresenta as "condições necessárias para a continuidade da representação judicial". Um dos avisos cita, ainda, que "decisões relevantes relacionadas à condução da reestruturação vêm sendo tomadas sem prévio alinhamento". O Vasco vive um turbilhão administrativo nas últimas semanas. A Justiça destituiu o ex-jogador Pedrinho do comando da SAF, após pedido feito pela 777 Partners, antiga proprietária da sociedade. Para piorar a situação, a família Lamacchia, dona da Crefisa, tem manifestado publicamente interesse em assumir a SAF do clube. O problema, segundo os empresários, seria a indefinição judicial que cerca a operação. Nesta terça-feira, aliás, a interventora nomeada pela Justiça do Rio para administrar a SAF enquanto não há uma decisão definitiva sobre a disputa abriu mão do cargo. Ela alegou "falta de segurança" para exercer suas atribuições.