O movimento prevê a migração da base acionária da Emae para a Sabesp, tornando a primeira uma subsidiária integral e retirando suas ações da negociação na B3, além da conversão de seu registro na CVM A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) e a Empresa Metropolitana de Água e Energia (Emae) firmaram protocolo para a incorporação da totalidade das ações da empresa de energia que ainda não pertencem à estatal de saneamento, em operação que será submetida a assembleias de acionistas marcadas para 30 de julho de 2026. Confira resultados e indicadores da Sabesp, da Emae, da B3 e das demais companhias de capital aberto no portal Valor Empresas 360 Segundo Fato Relevante conjunto enviado pelas companhias à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o movimento prevê a migração da base acionária da Emae para a Sabesp, tornando a primeira uma subsidiária integral e retirando suas ações da negociação na B3, além da conversão de seu registro na CVM. Como contrapartida, os acionistas da Emae receberão ações ordinárias da Sabesp na proporção de 1,3195 papel para cada ação detida. Segundo as companhias, a operação busca simplificar a estrutura societária, reduzir custos redundantes e aumentar a eficiência operacional, embora envolva riscos ligados à aprovação dos acionistas, à volatilidade das ações e à efetiva captura de sinergias. O custo total estimado é de cerca de R$ 4,45 milhões. Acionistas dissidentes da Emae poderão exercer direito de retirada com base em valor aproximado de R$ 16,79 por ação. A conclusão do negócio depende das aprovações societárias e da implementação coordenada dos atos necessários, sem necessidade de aval de autoridades regulatórias. O custo total estimado é de cerca de R$ 4,45 milhões. Acionistas dissidentes da Emae poderão exercer direito de retirada com base em valor aproximado de R$ 16,79 por ação — Foto: Maira Erlich/Bloomberg
Sabesp prevê incorporar ações da Emae e simplificar estrutura
O movimento prevê a migração da base acionária da Emae para a Sabesp, tornando a primeira uma subsidiária integral e retirando suas ações da negociação na B3, além da conversão de seu registro na CVM






