Fêmea é um marco para programa de conservação da instituição, com mais de 50 nascimentos desde os anos 1990 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Mayuree, a filhote de leopardo-nebuloso (Neofelis nebulosa) nascida no Zoológico de Nashville, no Tennessee, Estados Unidos — Foto: Reprodução / Instagram / @nashvillezoo RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 29/06/2026 - 20:06 Nascimento de Filhote de Leopardo-nebuloso no Zoológico de Nashville Impulsiona Conservação Um raro filhote de leopardo-nebuloso nasceu no Zoológico de Nashville, nos EUA, marcando um avanço no programa de conservação da espécie, que já celebrou 51 nascimentos desde 1991. Batizada de Mayuree, a fêmea é a quarta cria do casal Niran e Ron e representa um sucesso no novo sistema de criação compartilhada adotado pelo zoológico. Classificados como vulneráveis, esses felinos enfrentam ameaças como caça ilegal e perda de habitat. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Uma fêmea de leopardo-nebuloso (Neofelis nebulosa) nasceu no Nashville Zoo (Zoológico de Nashville(, no Tennessee, Estados Unidos. O acontecimento foi celebrado por se tratar de uma das espécies de felinos mais raras do mundo. Batizada de Mayuree, a filhote representa um marco para o programa de conservação da instituição, que já registrou o nascimento de 51 animais da espécie desde 1991. Considerado um animal de hábitos discretos e difícil de observar na natureza, o leopardo-nebuloso apresenta desafios para reprodução em cativeiro. Segundo o zoológico, boa parte do conhecimento científico sobre a espécie foi obtida a partir de animais mantidos sob cuidados humanos. Nativos das florestas tropicais e áreas de mata do Sudeste Asiático, os leopardos-nebulosos são classificados como vulneráveis pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). A população enfrenta ameaças como caça ilegal, tráfico de animais silvestres e perda de habitat provocada pelo desmatamento. Entre 2000 e 2018, as principais áreas de ocorrência da espécie encolheram cerca de 34%. Mayuree é a quarta cria do casal Niran e Ron. O nascimento também marca a primeira vez que o Zoológico de Nashville adota com sucesso o sistema de criação compartilhada, no qual a mãe permanece responsável pelos cuidados com o filhote enquanto a equipe técnica participa do processo de socialização. De acordo com Heather Schwartz, diretora dos serviços veterinários da instituição, a reprodução e a criação de filhotes da espécie costumam ser especialmente difíceis devido às altas taxas de negligência ou predação parental, motivo pelo qual muitos filhotes precisam ser criados exclusivamente por tratadores. Como Niran vem cuidando adequadamente da cria, o zoológico conseguiu implementar pela primeira vez esse modelo de criação conjunta até o desmame. Atualmente, Mayuree pesa pouco mais de 900 gramas. A filhote ainda não está em exibição ao público. Ela permanecerá com a mãe até o desmame e, posteriormente, será colocada ao lado de outro filhote para brincar. O zoológico afirma que a convivência desde cedo reduz comportamentos agressivos e favorece a formação de casais reprodutores no futuro. Nesse método de criação conjunta, os tratadores promovem desde cedo o contato controlado do filhote com seres humanos. Segundo a instituição, isso facilita futuros exames veterinários, o manejo dos animais e os programas de reprodução. Segundo Heather Schwartz, o nascimento permitirá o avanço das pesquisas e das técnicas de manejo da espécie, além de contribuir para o aumento da população de leopardos-nebulosos, considerada ameaçada. Pesquisa indica que orcas podem ter desenvolvido técnica especial para caçar tubarões-baleia 1 de 7 No Golfo da Califórnia, apesar de as orcas já serem observadas predando raias e tubarões menores, a inclusão dos tubarões-baleia como presas frequentes levanta a hipótese de uma especialização ecológica dessa população. — Foto: Kelsey Williamson 2 de 7 No Golfo da Califórnia, apesar de as orcas já serem observadas predando raias e tubarões menores, a inclusão dos tubarões-baleia como presas frequentes levanta a hipótese de uma especialização ecológica dessa população. — Foto: Kelsey Williamson X de 7 Publicidade 7 fotos 3 de 7 No Golfo da Califórnia, apesar de as orcas já serem observadas predando raias e tubarões menores, a inclusão dos tubarões-baleia como presas frequentes levanta a hipótese de uma especialização ecológica dessa população. — Foto: Kelsey Williamson 4 de 7 No Golfo da Califórnia, apesar de as orcas já serem observadas predando raias e tubarões menores, a inclusão dos tubarões-baleia como presas frequentes levanta a hipótese de uma especialização ecológica dessa população. — Foto: Kelsey Williamson X de 7 Publicidade 5 de 7 Registros mostram técnica usada por orcas para atacar tubarões-baleia — Foto: Kelsey Williamson 6 de 7 Registros mostram técnica usada por orcas para atacar tubarões-baleia — Foto: Kelsey Williamson X de 7 Publicidade 7 de 7 No Golfo da Califórnia, apesar de as orcas já serem observadas predando raias e tubarões menores, a inclusão dos tubarões-baleia como presas frequentes levanta a hipótese de uma especialização ecológica dessa população. — Foto: Kelsey Williamson Kelsey Williamson