Última partida pela seleção que o camisa 10 assistiu de fora e não foi acionado aconteceu em 2021, na Copa América, pois estava pendurado 0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 Neymar aqueceu durante o jogo com o Japão, mas não entrou — Foto: AFP RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 29/06/2026 - 21:43 Neymar no banco: Ancelotti quebra tradição em vitória do Brasil Pela primeira vez, Neymar ficou no banco de reservas da seleção brasileira por escolha técnica, durante a vitória contra o Japão, quebrando uma sequência de 16 anos como titular ou ausente por lesão. Ancelotti optou por preservá-lo para uma possível prorrogação, mas a vitória nos acréscimos, com gols de Casemiro e Martinelli, assegurou a classificação e justificou sua decisão, apesar dos pedidos da torcida por Neymar. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO A trajetória de Neymar com a camisa da Seleção Brasileira ganhou um capítulo inédito na vitória de virada sobre o Japão. Pela primeira vez, desde sua estreia oficial, em 10 de agosto de 2010, o camisa 10 passou os 90 minutos de uma partida oficial inteiramente no banco de reservas por opção do treinador, mesmo estando apto e à disposição da comissão técnica. O fato quebrou uma soberania que já durava quase 16 anos e mais de 125 jogos, período em que Neymar sempre foi titular absoluto ou esteve fora por lesão. Em 2021, na Copa América, o camisa 10 também ficou os 90 minutos no banco de reservas, mas estava pendurado com cartão amarelo e houve precaução para a fase seguinte, o que motivou a decisão do então técnico Tite. Ineditismo em Copas Desde a estreia em Copas, em 2014, Neymar sempre foi titular e atuou sempre que esteve em condições físicas. No Brasil, começou os cinco jogos, mas perdeu a reta final após fraturar uma vértebra nas quartas de final. Em 2018, na Rússia, foi titular nas cinco partidas, marcou dois gols e deu duas assistências até a eliminação para a Bélgica. Em 2022, no Catar, iniciou como titular, lesionou o tornozelo na estreia, desfalcou a seleção por dois jogos e voltou para as oitavas e quartas de final. Depois de lançá-lo por 15 minutos contra a Escócia, Carlo Ancelotti justificou a sua decisão pelo fato de preservar Neymar para a prorrogação diante do Japão. — Guardei para prorrogação. Ele entraria no minuto 60 ou 65. Empatamos o jogo e não queria mudar a estrutura porque a equipe tinha o controle do jogo — justificou Ancelotti, que encontrou outras soluções no jogo. No fim, os gols salvadores de Casemiro e Gabriel Martinelli nos acréscimos garantiram a classificação para as oitavas de final, respaldando o plano traçado pelo comandante do Brasil. Nas arquibancadas de Houston, o clima de alívio no fim do jogo minimizou os pedidos por Neymar. Diante do placar adverso, a torcida brasileira organizou um coro apenas por volta dos 25 minutos do segundo tempo, pedindo a entrada do atacante. A insatisfação do público aumentou quando Ancelotti ordenou que Neymar interrompesse as atividades de aquecimento à beira do gramado e retornasse ao banco, onde ficou sentado até o gol de Martinelli no fim. Neymar deixou o estádio sem dar entrevistas, mas feliz com a classificação.