0.5x 1x 1.25x 1.5x 2x 00:00 00:00 O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o pré-candidato ao Palácio do Planalto pelo PL, senador Flávio Bolsonaro (RJ) — Foto: Fotos de Evaristo Sá/AFP e Andressa Anholete/Agência Senado RESUMO Sem tempo? Ferramenta de IA resume para você GERADO EM: 29/06/2026 - 10:41 Pesquisa revela jovens e graduados como principais apoiadores da terceira via política no Brasil Pesquisa BTG/Nexus revela que jovens de 16 a 24 anos, brasileiros com ensino superior e trabalhadores formais são os que mais desejam uma terceira via política, representando 30%, 28% e 25% respectivamente. A preferência por alternativas à polarização diminui com a idade e menor escolaridade. O estudo destaca que essa demanda não é uniforme, concentrando-se em segmentos urbanos específicos. CLIQUE E LEIA AQUI O RESUMO Os jovens de 16 a 24 anos concentram o maior percentual de eleitores que gostariam de votar para presidente em um candidato que não fosse nem Lula nem Flávio Bolsonaro. Nessa faixa etária, a demanda por uma terceira via chega a 30%. Percentual semelhante ao registrado entre os brasileiros com ensino superior, de 28%, aponta a pesquisa BTG /Nexus, divulgada nesta segunda-feira. Quanto maior a idade, menor o percentual de eleitores que busca fugir da polarização. O índice é de 23% entre os brasileiros de 25 a 40 anos, de 22% na faixa de 41 a 59 anos e cai para 11% entre aqueles com 60 anos ou mais. O percentual também diminui à medida que se reduz o nível de escolaridade: entre os eleitores com ensino médio, é de 23%; entre os que estudaram apenas até o ensino fundamental, cai para 15%. A pesquisa mostra ainda que a intenção de voto em uma alternativa à polarização política é oito pontos percentuais maior entre os trabalhadores do mercado formal do que entre os informais: 25% contra 17%. Entre os brasileiros que não fazem parte da população economicamente ativa, o percentual é de 19%. — O levantamento demonstra que o desejo por uma terceira via não está distribuído de forma uniforme na sociedade. Ele encontra um terreno mais fértil em segmentos urbanos específicos: eleitores jovens, que não vivenciaram os períodos iniciais da polarização histórica; cidadãos com maior nível de instrução formal; e trabalhadores inseridos no mercado de trabalho regular. Para esses grupos, a busca por uma alternativa supera o alinhamento automático com os dois polos tradicionais da política brasileira — afirma Marcelo Tokarski, CEO da Nexus.